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"Quando era pequeno, as pessoas diziam que ele era muito preguiçoso, adormecia nas aulas, não gostava de ser repreendido e era muito 'respondão'", estas são palavras recentes da jornalista e especialista em assuntos da realeza, Pilar de Eyre, sobre Felipe VI.
Mas a verdade é que a chamada "preguiça" do monarca se prende com o distúrbio. Durante muitos anos, o Palácio da Zarzuela tentou a todo o custo esconder que Felipe VI sofre de uma estranha doença que, ao longo de muitos anos, tem sido uma das maiores fontes de preocupação de Sofia, a rainha emérita, e mãe do rei.
Quem revelou este segredo foi Jaime Peñafiel, jornalista e cronista bem conhecido em terras de Espanha. Foi ele que contou que o monarca espanhol sofre de um grave transtorno do sono, conhecido como narcolepsia. Trata-se de "um transtorno do sono caracterizado por sonolência diurna excessiva, acompanhada de ataques de sono completamente incontroláveis".
Agora, a imprensa do país vizinho garante que a infanta Sofia herdou este mesmo problema, ou seja, a filha mais nova de Letizia e Felipe também sofre de narcolepsia. Esta condição está a afetar a vida escolar da infanta. Os pais preocupam-se com o baixo rendimento da filha no UWC Atlantic College.
Resta realçar que esta condição crónica provoca, como já referido, períodos de sonolência diurna extrema e episódios súbitos de sono profundo. Trata-se de uma doença que não tem cura, mas há tratamentos capazes de reduzir os seus sintomas.