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Drama

A tragédia que bateu à porta de José Manuel Torres Couto, líder histórico da UGT

Desde que deixou a atividade sindical e a política que foi desaparecendo da vida pública.
Por FLASH! | 11 de novembro de 2025 às 13:39
A tragédia que bateu à porta de José Manuel Torres Couto, líder histórico da UGT
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto
José Manuel Torres Couto

 José Manuel Torres Couto, 78 anos, foi o fundador da central sindical União Geral de Trabalhadores (UGT) e seu primeiro secretário-geral. Dedicou-se à vida sindical durante 17 anos e, posteriormente, abraçou alguns desafios políticos tendo sido deputado ao Parlamento Europeu de 1989 a 1999, eleito pelo PS.

Desde que deixou a política reduziu também a sua vida pública e já há algum tempo que não se tem notícias do líder histórico da UGT.

Contudo, através de uma reportagem da TVI - que irá para o ar na noite desta terça-feira, 11 - fica-se a saber que Torres Couto "é uma das mais recentes vítimas: ficou tetraplégico após um carro ter embatido a 180 km/hora contra a viatura na qual seguia." É o próprio que relata o que aconteceu:

"Ia na faixa do meio da autoestrada e de repente começou a chover bastante. Quem conduzia era a minha mulher. Nesse preciso momento, um carro entrou em despiste e bateu na nossa traseira. Deslizámos quase 300 metros na autoestrada, a fazer piões, e fomos chocar contra outro carro", explicou.

"Logo no momento em que batemos senti que foi o cinto de segurança que me prendeu e fiquei logo tetraplégico”, contou, acrescentando que ficou aliviado ao perceber que a mulher não tinha sofrido ferimentos graves. "Pensei que ela teria morrido. Mas eu já não tinha sensibilidade nenhuma do pescoço para baixo. Felizmente vi-a fora do carro, o que me deu tranquilidade. Mas perdi tudo. Só pensei que ia morrer naquele instante."

Torres Couto recordou que as dores foram "descomunais". "É como receber 300 ou 400 choques elétricos a cada instante. É uma coisa horrível, horrível, horrível”, referiu, acrescentando que o condutor do outro veículo pediu-lhe perdão, quando se encontrava dentro da ambulância.

Agora, o histórico dirigente sindical admite que trava "o maior combate" da sua vida. "Ao principio a minha vontade era morrer. Mas faço tudo o que me pedem para melhorar os meus movimentos, com lágrimas, dor, sempre perto da minha família, que está desesperada com a situação em que me encontro."


"Eu perdi tudo!", garante o antigo sindicalista que revela ainda que na hora do acidente chegou a pensar "que morria naquele instante". 

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