Ricardo Claro jantou na passada sexta-feira, 13, em casa da mãe, na zona de Faro. Saiu por volta das 21h e nunca mais foi visto depois dessa refeição familiar onde não terá dado qualquer sinal de que algo se poderia estar a passar e que pudesse levar ao seu desaparecimento.
Ricardo Claro conduzia um Peugeot 2008 de cor branca que também esteve desaparecido, mas que já foi encontrado num estacionamento em Olhão. Num contentor de lixo, perto do sítio onde o carro foi encontrado, estava um casaco que as autoridades agora tentam apurar se pertencia a Ricardo Claro.
A irmã, Sandra Primitivo, refere que as contas bancárias terão sido mexidas e acredita que o diretor administrativo de restaurante de luxo em Vale de Lobo terá sido assaltado. "Peço que tomem atenção a estradas e ravinas, carro batido, mal estacionado ou abandonado! Sei pelos cartões bancários que foi assaltado", apelou nas redes sociais.
De facto, os cartões de Ricardo Claro foram utilizados e foram feitos levantamentos das quantias máximas diárias. As câmaras de vigilância das caixas de multibanco poderão ser fundamentais para se perceber o que se passou.
Um colega de Ricardo Claro também revela que deram por falta dele apenas na segunda-feira, 16: "Quando detetámos a falta dele, na segunda-feira, depois do fim de semana, já estava com o telemóvel desligado", revelou ao 'Correio da Manhã' Pedro Nascimento, um dos sócios do requintado espaço Well. E já que se fala no telemóvel, o mesmo jornal apurou que o último sinal do aparelho terá sido detetado na zona de Olhão.