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Mistério

Recorda-se de Carolina Torres, a jovem de cabelo azul que esteve desaparecida e apareceu morta? Há novos desenvolvimentos

O que aconteceu a Noori, a jovem de Almada que despareceu no dia 9 de outubro e cujo corpo só foi encontrado a 16 de novembro... bem longe de casa? As autoridades continuam a investigar.
Por FLASH! | 19 de fevereiro de 2026 às 09:33
O grande mistério que envolve a morte de Noori
Carolina Torres, Noori
Carolina Torres, Noori
Carolina Torres, Noori
Carolina Torres, Noori
Carolina Torres, Noori
Carolina Torres, Noori
Carolina Torres, Noori
Carolina Torres, Noori
Carolina Torres, Noori
Carolina Torres, Noori

Foi a 16 de novembro que se deram por terminadas as buscas por Carolina Torres, ou Noori - nome que adotou e pelo qual gostava de ser tratada -, de 18 anos. A jovem de Almada, que desapareceu no dia 9 de outubro e que nunca mais foi vista por familiares e amigos, afinal, estava morta.

O seu corpo foi encontrado na praia de Leirosa, na Figueira da Foz, por populares que naquele domingo de manhã passeavam pela zona. O elevado estado de decomposição do cadáver não permitiu uma identificação imediata. Os restos mortais tiveram de ser analisados pelas autoridades competentes para que se chegasse à conclusão de que, efetivamente, se tratava de Noori, a rapariga de cabelo azul pela qual um país inteiro procurava.

Só que três meses após o trágico desfecho continuam em abertos muitas questões: Como é que Carolina Torres foi da Praça São João Batista, em Almada, [o local onde foi vista pela última vez] até à Figueira da Foz sem que ninguém a tivesse visto nesse percurso de quase 200 quilómetros? Como é que foi? Quem a levou? Como morreu?

Sabe-se agora que as autoridades ainda não deram o caso por encerrado. O Ministério Público continua a não dar a devida autorização para a cremação do cadáver e a Polícia Judiciária mantém as investigações em aberto. Também os pais de Carolina Torres continuam a levantar algumas questões: "Tudo aquilo que aconteceu durante o desaparecimento dela é tudo muito estranho", começou por dizer a mãe, Cristiana Gaspar em declarações recentes à SIC Notícias.

"No dia 14 também aparece um cartão multibanco dela numa escola do Laranjeiro - ela nem se quer frequentava aquela escola, mas era frequentada por uma amiga dela. Ela encontrou-o nos 'perdidos e achados' daquela escola. Passados dois dias aparece outro cartão multibanco, um Revolut dela, também perto dessa escola... A mala dela com os documentos aparece já quase um mês depois nesse parque onde ela ficava", revelou a mãe de Noori.

Já o pai, Sérgio Torres, também realça certos aspetos que não foram clarificados: "A meu ver, a primeira coisa a fazer pela Polícia Judiciária era extratos bancários. Se o fizeram, pelo menos a nós não nos disseram. Só ficámos a saber do extrato bancário da Carolina um mês e uma semana depois. (...) Há um movimento dia 10, no dia posterior ao desaparecimento, com o nome do local, em frente à escola. (...) A última mensagem que a Carolina enviou foi às 18h59, teoricamente ali em baixo na estação Gil Vicente, e o miúdo para quem ela enviou a mensagem respondeu-lhe sete minutos depois", esclareceu.

E lamenta que a não se tivesse investigado de forma mais aprofundada: "Faz-me confusão porque é que a Carolina não respondeu. Só se a Carolina mandou mensagem e se foi logo embora, foi direita lá abaixo e se atirou. Como é que era possível saber? A seguir ao dia do desaparecimento aqui, tivessem levado o caso a sério e fossem ver a quantidade de câmaras que há até chegar a Cacilhas.

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