Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
Uma autópsia que revela álcool em excesso mas não drogas. Os destroços do carro que dão à costa na tempestade e levantam dúvidas. E um grupo de seguidores nas redes que insiste que a morte está por explicar. Estará mesmo? Ou será isso apenas uma alucinação?
O ex-companheiro da influencer, que foi apanhado a traí-la no Algarve, retomou as publicações nas redes sociais, mostrando viagens, estadias em bons hóteis e até um Lamborghini. Há quem diga que está a tentar 'não ficar atrás' do estilo de vida de luxo e ostentação de Liliana Filipa e a tentar reafirmar o seu estatuto.
No dia em que Marco Paulo completaria 81 anos, a sua última vontade continua por cumprir. Sem haver qualquer intenção de acordo, o bombeiro Eduardo perdeu a paciência e vai mesmo para tribunal, enquanto o compadre continua a usufruir dos luxos que o cantor deixou, ganhando tempo para a batalha, que parece cada vez mais uma inevitabilidade.