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Surpresa

Coração de mãe: Maria Botelho Moniz comove após fim do reality show da TVI

As luzes da televisão podem brilhar intensamente, mas nada se compara ao sorriso do filho. No rescaldo da '1.ª Companhia', Maria Botelho Moniz revela o que realmente a faz feliz.
Por FLASH! | 27 de fevereiro de 2026 às 08:42
Coração de mãe: Maria Botelho Moniz comove após fim do reality show da TVI
Maria Botelho Moniz
Maria Botelho Moniz com Vicente nos bastidores de '1ª Companhia'
Maria Botelho Moniz, Pedro Bianchi Prata
Maria Botelho Moniz
Maria Botelho Moniz
Maria Botelho Moniz com Vicente nos bastidores de '1ª Companhia'
Maria Botelho Moniz, Pedro Bianchi Prata
Maria Botelho Moniz

Terminou a exigente aventura de '1.ª Companhia' na TVI e, longe das luzes do estúdio, Maria Botelho Moniz volta a assumir o papel que mais lhe enche o coração: o de mãe. Depois de semanas intensas, divididas entre diretos, galas e noites fora de casa, a apresentadora abriu o coração à TV Guia e revelou como conseguiu equilibrar o desafio profissional com a vida familiar, sempre com o filho como prioridade absoluta.

À frente dos 'Especiais' e das galas do formato, Maria viveu um ritmo acelerado, conciliando as emissões em direto com a rotina de um menino ainda pequeno. A solução passou por uma organização rigorosa em casa. Durante a semana, foi o companheiro, Pedro Bianchi Prata, quem assegurou as noites para que pudesse estar em estúdio, enquanto a apresentadora manteve as manhãs, as idas e vindas da escola e a gestão das tardes. Aos sábados, trocavam papéis para que ele pudesse trabalhar. “Tudo se faz”, garantiu, destacando a importância de uma verdadeira “máquina bem oleada”.

Apesar do cansaço, houve momentos ternurentos que compensaram tudo. O filho entusiasma-se ao vê-la na televisão, já faz continência e imita as vozes de comando da formatura. E, quando a mãe sai para as galas de domingo, despede-se com uma frase que a deixa rendida: “A mãe vai para a tropa”.

Confrontada com a hipótese de trocar os estúdios por uma aventura radical como o Dakar, ao lado companheiro, piloto de competição, Maria responde entre risos que não sente qualquer vontade de embarcar numa experiência dessas. Para si, o essencial está noutro lugar.

O que se leva da vida? “Os bons momentos em família, as gargalhadas com amigos e as memórias que construímos. O resto é só o resto”, afirma. A televisão é uma paixão intensa, mas não pode ser a vida. Daqui a dez anos, imagina-se a trabalhar em projetos que a façam “saltar da cama com alegria”, sempre rodeada de amigos, família e filhos a crescer “saudáveis e felizes”.

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