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Nacional

Decisão dramática! Ljubomir Stanisic "de coração apertado" fecha tudo

Polémico chef mandou colaboradores para casa e só deseja que não deixem "este lindo país ir por água abaixo".
14 de março de 2020 às 18:00
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Depois de ter dado um grito de alerta para a situação sufocantes dos restaurantes por causa do coronavírus,  Ljubomir Stanisic decidiu encerrar tudo, numa decisão feita "de coração apertado".

Sem saber como vai ser o futuro, o polémico chef de 'Pesadelo na Cozinha' colocou à frente de tudo a saúde dos seus funcionários e mando-os para casa, encerrando todos os espaços que tem.

O governo só tinha mandado reduzir a lotação para um terço mas o empresário e chef tomou uma medida mais drástica mas ponderada.

Leia o que escreveu Stanisic sobre esta decisão.

"Apesar de, no momento em que tomamos esta decisão, não haver nenhuma indicação do Governo para o encerramento de restaurantes, o 100 Maneiras e o Bistro 100 Maneiras estarão fechados a partir de amanhã, dia 15.3.2020, sem data prevista para reabertura.

Sem saber como vai ser o futuro, o polémico chef de 'Pesadelo na Cozinha' colocou à frente de tudo a saúde dos seus funcionários e mando-os para casa, encerrando todos os espaços que tem.

O governo só tinha mandado reduzir a lotação para um terço mas o empresário e chef tomou uma medida mais drástica mas ponderada.

Leia o que escreveu Stanisic sobre esta decisão.

"Apesar de, no momento em que tomamos esta decisão, não haver nenhuma indicação do Governo para o encerramento de restaurantes, o 100 Maneiras e o Bistro 100 Maneiras estarão fechados a partir de amanhã, dia 15.3.2020, sem data prevista para reabertura.

Há 11 anos em Lisboa, esta é a primeira vez que fechamos as portas em vez de as abrir... É uma decisão difícil mas inequívoca: não podemos, em boa consciência, continuar abertos.

Sentimos que temos de fazer tudo ao nosso alcance para proteger as famílias - as nossas, as da nossa equipa, as dos nossos clientes - e o mundo!

É uma decisão que tomamos sozinhos, sem apoios, sem ajudas, sem rede, com a noção de que o golpe financeiro que sofreremos poderá levar muito tempo a sarar.

É uma decisão que tomamos com o coração apertado mas leve por sabermos que estamos a fazer o certo, que neste momento não existe nenhuma outra solução.

Agimos antes que seja tarde demais. Esperamos que as ajudas oficiais cheguem, também, antes que seja demasiado tarde. Queremos continuar a alimentar as mais de 80 famílias que dependem do 100 Maneiras. Temos uma responsabilidade enorme para com elas e é por elas, também, que tomamos esta decisão: de os enviar para casa, para junto dos seus, para que, todos unidos, possamos conter este novo vírus e recuperar as nossas vidas.

Foi às nossas equipas, também, que cedemos todos os produtos alimentares que não são passíveis de armazenamento: para que nesta altura de açambarcamento de produtos essenciais tenham menos uma preocupação e possam cuidar melhor de si.

Esperamos voltar a reunir-nos em breve, como sempre o fizemos, sem medo de abraços, sem medo de beijos, partilhando comida, copos e risos à mesma mesa.

Até lá, mantenham-se a salvo, fiquem em casa, sejam responsáveis, generosos e solidários uns com os outros.

Não deixemos que o medo destrua a grandeza do espírito humano. Unidos, somos mais fortes.

E não vamos deixar este lindo país ir por água abaixo", remata a longa mensagem do chef nas redes sociais.

É uma decisão que tomamos sozinhos, sem apoios, sem ajudas, sem rede, com a noção de que o golpe financeiro que sofreremos poderá levar muito tempo a sarar.

É uma decisão que tomamos com o coração apertado mas leve por sabermos que estamos a fazer o certo, que neste momento não existe nenhuma outra solução.

Agimos antes que seja tarde demais. Esperamos que as ajudas oficiais cheguem, também, antes que seja demasiado tarde. Queremos continuar a alimentar as mais de 80 famílias que dependem do 100 Maneiras. Temos uma responsabilidade enorme para com elas e é por elas, também, que tomamos esta decisão: de os enviar para casa, para junto dos seus, para que, todos unidos, possamos conter este novo vírus e recuperar as nossas vidas.

Foi às nossas equipas, também, que cedemos todos os produtos alimentares que não são passíveis de armazenamento: para que nesta altura de açambarcamento de produtos essenciais tenham menos uma preocupação e possam cuidar melhor de si.

Esperamos voltar a reunir-nos em breve, como sempre o fizemos, sem medo de abraços, sem medo de beijos, partilhando comida, copos e risos à mesma mesa.

Até lá, mantenham-se a salvo, fiquem em casa, sejam responsáveis, generosos e solidários uns com os outros.

Não deixemos que o medo destrua a grandeza do espírito humano. Unidos, somos mais fortes.

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