"Todo o vosso silêncio será cumplicidade. De um lado temos a possibilidade de votar na democracia, um sistema que em princípio nos protege a todos e a todas, do outro lado a ameaça a essa democracia e que com toda a certeza nos irá prejudicar a todos e a todas", estas foram as palavras de Catarina Furtado que estão na origem de 75 queixas apresentada na Comissão Nacional de Eleições (CNE).
Este apelo ao voto foi feito pela eterna 'namoradinha de Portugal' no passado domingo, 8 de fevereiro, dia em que o País elegeu António José Seguro como novo Presidente da República. Por considerar que este vídeo poderá "configurar propaganda" eleitoral, a CNE vai remeter o caso para o Ministério Público.
Catarina Furtado, que já apagou o vídeo em causa, explicou-se dizendo que a "única intenção foi incentivar o exercício do direito de voto, num apelo contra a abstenção, pretendendo apenas promover a participação cívica".
Entretanto, o ex-marido da apresentadora da estação pública, João Reis, mostrou a sua indignação mas num caso que nada tem a ver com Catarina. O ator fez um alerta público para mais uma tentativa de fraude que, desta vez, envolve o seu nome.
João Reis usou as redes sociais para chamar a atenção para uma conta falsa em que se usa indevidamente a sua identidade. "Criaturas desprezíveis, a fazerem-se passar por outras pessoas, sei que é coisa recorrente por aqui, e os tipos da Meta não estão nem aí! Bloqueiem ou denunciem, por favor. Esta é a minha única conta oficial. Este perfil é falso. Grato!“, escreveu o ator numa tentativa de travar a fraude que está a ser feita em seu nome.