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Polémica

"Estas três pessoas precisam de não ser destruídas" Pedro Chagas Freitas arrasa críticos de Eva, Diogo e Ariana da Casa dos Segredos

O conhecido escritor também entrou no debate e não tem dúvidas: "O espectáculo pede sangue."
Por FLASH! | 27 de março de 2026 às 17:54
"Estas três pessoas precisam de não ser destruídas" Pedro Chagas Freitas arrasa críticos de Eva, Diogo e Ariana da Casa dos Segredos
Pedro Chagas Freitas, Diogo, Eva, Ariana Casa dos Segredos
Ariana, Diogo, Eva
Casa dos Segredos: Ariana e Diogo
Eva Pires
Casa dos Segredos: Ariana e Diogo
Diogo e Eva
Pedro Chagas Freitas, Diogo, Eva, Ariana Casa dos Segredos
Ariana, Diogo, Eva
Casa dos Segredos: Ariana e Diogo
Eva Pires
Casa dos Segredos: Ariana e Diogo
Diogo e Eva

"Três jovens entram num reality show. Erram muito, erram à frente de todos, erram como nunca vimos, erram como loucos, mostram problemas, falhas graves: é a falta de carácter para um; é a falta de autoestima para outra; é a falta de sororidade para outra", estas são palavras de Pedro Chagas Freitas que não resiste a entrar no debate que se instalou na sociedade portuguesa com o que se passa dentro da casa mais vigiada do país e que tem três protagonistas: Diogo, Eva e Ariana.

Estes três concorrentes da 'Casa dos Segredos' da TVI estão envolvidos num triângulo amoroso que deu muito que falar. Pedro Chagas Freitas continua a sua análise sobre os mais recentes acontecimemtos: "Recebem o vício que nos liberta das nossas próprias frustrações: julgamento primário. São descartáveis, atacáveis, reduzidos à ofensa miserável."

E continua: "O espectáculo pede sangue. Há uma espécie de prazer colectivo ao assistir à queda, ao apontar o dedo, ao escrever comentários definitivos. Não sei se algum dos que querem assassinar o carácter deles tem moral para isso. Todos nós já fizemos m**da; a sorte é que ninguém estava a filmar", realça.

Pedro Chagas Freitas faz, contudo, questão de frisar: "Não estou a dizer que se deva aplaudir. Não estou a dizer que se deva normalizar. Entre não aprovar e crucificar, vai uma distância enorme. Essa distância desapareceu". E desafia a que cada se coloque as seguintes questões: "Temos de perguntar com honestidade: E se fosse o meu filho? E se fosse a minha neta? E se fosse eu, com vinte anos, exposto, sem filtro, sem tempo para pensar, sem direito ao esquecimento?Quantos de nós sobreviveríamos a esse escrutínio? Eu acho que poucos. Talvez nenhum."

E termina o escritor: "Passamos a vida a falar de empatia; praticámo-la pouco. Pedimos compreensão ao outro; damos-lhe sentenças instantâneas. Estas três pessoas não precisam que concordemos com elas. Precisam de não ser destruídas. Podemos criticar, discordar. Não me parece que possamos matar. Isto não pode ser uma execução. Amanhã pode não ser a Eva, pode não ser a Ariana, pode não ser o Diogo. Amanhã pode ser alguém muito mais próximo. Ou tu."

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