Aos 59 anos, João Baião continua a ser um dos protagonistas da televisão portuguesa. O apresentador do ‘Casa Feliz’, programa das manhãs da SIC, revela que já sente os efeitos do envelhecer, mas garante que mantém a positividade na sua vida e pede saúde em 2023.
"Quando se entra no ano em que se faz 60 anos, o que é que uma pessoa espera? Continuar a ter a mesma saúde, é só o mais importante, o resto não interessa, o resto vamos conquistando e fazendo, vamos trabalhando, mas o mais importante é mesmo a saúde", afirmou, em declarações à ‘TV 7 Dias’.
"Sinto o mesmo quando entrei nos 50. Nunca fui de rotular as etapas, as fases, as coisas na minha vida foram sempre acontecendo naturalmente e eu fui abraçando as coisas com as senti, à medida que elas iam acontecendo, portanto nunca penso, quer dizer, quando tinha 20 anos pensava: ‘Quando tiver 60 anos, vou estar velho’", acrescentou o comunicador.
"Hoje os tempos são outros, a vida é diferente, e eu quero mesmo é continuar a ter aquilo que disse há bocado. É verdade que agora acordo com umas dores, uma pessoa está mais torcida, mas isso são coisas inerentes à própria velhice, aliás, não é velhice, é crescimento", continuou João Baião.
Por fim, lembrou o quão árduo foi lidar com a perda da sua amiga Maria João Abreu, enquanto apresentador televisivo: "Foi muito difícil. Foi e continua a ser. Sinto sempre que não é possível que a Maria João já não esteja cá fisicamente, e como tudo aconteceu. É ter esta ideia permanente de que de um momento para o outro tudo muda, que nós às vezes nem pensamos nisso e as coisas acontecem. A questão de Maria João nunca vai estar resolvida", lamentou.