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Psiquiatra trata Carrilho devido a problemas de "agressividade"

O ex-marido de Bárbara Guimarães é seguido por um psiquiatra que lhe controla "problemas de irritabilidade e auto-agressividade". Num recurso judicial, Carriho demonstra raiva contra a ex-mulher, acusando-a de ter "tiques de vedeta" e de se achar "uma heroína que superou muitos obstáculos".
Por João Bénard Garcia | 12 de fevereiro de 2017 às 09:00
Psiquiatra trata Carrilho devido a problemas de "agressividade"
Carrilho, no Campus de Justiça, em Lisboa
Bárbara e Carrilho estão oficialmente divorciados desde novembro de 2013
O ex-marido de Bárbara Guimarães é seguido por um psiquiatra que lhe controla "problemas de irritabilidade e auto-agressividade"
O ex-marido da estrela de televisão Bárbara Guimarães foi acompanhado pelo clínico Joaquim Cabeças
O julgamento que opõe o professor de filosofia reformado e a apresentadora de televisão dura há um ano
"Desde que conheço a Bárbara que lhe conheço nódoas negras”, disse em tribunal Manuel Maria Carrilho
O médico que acompanhou Manuel Maria Carrilho confirmou ao tribunal supostas tendências suicidas
A guerra em tribunal de Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho, no Campus de Justiça, em Lisboa, é um dos casos mais mediáticos de sempre
Em 2013, quando o casal se separou, a polícia chegou a ser chamada várias vezes à antiga casa do casal
Bárbara e Carrilho estão oficialmente divorciados desde novembro de 2013. As constantes idas do ex-ministro à casa onde ficara a morar a mulher causava medo à apresentadora
Durante os anos em que estiveram juntos, imagens de apoio como esta eram habituais. Carrilho, acompanhado pela então esposa, no final do discurso de derrota eleitoral, nas autarcas de 2005
O apoio da apresentadora ao então seu marido e candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Lisboa, em 2005
Nas Eleições Autárquicas 2005, um polémico debate televisivo entre Manuel Maria Carrilho e Carmona Rodrigues
O então casal, numa manifestação contra a Guerra no Iraque, em 2003. Bárbara e Carrilho estiveram casados 12 anos
manuel maria carrilho
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Um psiquiatra diagnosticou "problemas de irritabilidade", "agressividade" e "auto-agressividade" ao ex-ministro socialista da Cultura Manuel Maria Carrilho, de 65 anos. O ex-marido da estrela de televisão Bárbara Guimarães, de 43, foi acompanhado pelo clínico Joaquim Cabeças que o medicou com fármacos para combater a agressividade. O tratamento durou largos meses, até o doente atingir "uma fase de controlo razoável", conforme consta nos autos de um dos vários processos judiciais que ostentam no cabeçalho o nome dos dois elementos do ex-casal.

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Agressividade obriga Manuel Maria Carrilho a ir ao psiquiatra

O médico Joaquim Cabeças diagnosticou, em meados de dezembro de 2013, problemas de "irritabilidade", de "agressividade" e "auto-agressividade" ao antigo professor catedrático de filosofia. O especialista em psiquiatra conheceu Manuel Maria Carrilho a 14 de dezembro desse ano – dois meses depois de ter sido despejado da sua casa de família e mês e meio após assinar o divórcio do matrimónio com Bárbara – e descreveu ao tribunal como o terá tentado tratar, declarações feitas no âmbito do processo movido por Carlos Teixeira Pinto, o padrasto da apresentadora da SIC, contra o ex-político, por difamação.

"Neste caso a causa da irritabilidade e da agressividade é muito clara", disse ao tribunal Joaquim Cabeças, referindo-se ao ainda fresco e conturbado processo de divórcio que foi espoletado pela apresentadora da SIC, em meados de outubro desse ano. "A questão que me exibe nessa data tem as características de auto-agressividade e de irritabilidade", revelou o clínico, sob juramento, ao tribunal.

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Bárbara Guimarães Foto: Mariline Alves

Questionado pelos juristas sobre como tratou da saúde a Carrilho, João Cabeças descreveu a metodologia para o conseguiu controlar, "felizmente nos primeiros meses". "Nos primeiros meses, com a medicação que lhe atribuí, esta sintomatologia foi sendo atenuada, até chegar a uma fase de controlo razoável, penso que no final da páscoa de 2014", avançou o psiquiatra encartado, no seu depoimento, feito a 2 de março de 2015.

Nos meses seguintes ao surto de "irritabilidade", "agressividade" e "auto-agressividade" de Manuel Maria Carrilho, que obrigaram à toma forçada de fármacos, a saúde do ex-marido de Bárbara estabilizou, conforme confirmou o seu psiquiatra: "comecei a prescindir de alguma medicação e fiz a recomendação de uma pequena dose, que se mantém até hoje, para a agressividade".

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O médico que acompanhou Manuel Maria Carrilho diagnosticou-lhe "sintomatologias de depressão" e confirmou ao tribunal supostas tendências suicidas: "Um dos pensamentos do professor foi ir para a ponte e atirar-se dali para baixo".

ELA TEM "TIQUES DE VEDETA E ACHA-SE UMA HEROÍNA"

Ainda no recurso que apresentou em março de 2016 ao Tribunal da Relação de Lisboa depois de ter sido condenado, em primeira instância, a pagar 25 mil euros ao padrasto de Bárbara Guimarães por difamação, Manuel Maria Carrilho teceu várias considerações sobre o caráter da mulher que o deixou. "A verdade é que o tribunal não conhece a personalidade da testemunha Bárbara Guimarães, sendo que é também da experiência comum que muitas das pessoas ligadas ao mundo do espetáculo, vivendo rodeadas de 'glamour' e das maiores atenções, apresentam características de alguma extravagância, por terem vidas diferentes do homem normal".

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Manuel Maria Carrilho

Segundo Carrilho, "por estarem [os artistas] constantemente sob escrutínio público, desenvolvendo, não raro, uma personalidade quer genuína, quer uma ‘capa protetora’, caracterizada por tiques de vedetismo, ideias de domínio e de auto importância", defendeu.

Todo este elencado do professor de filosofia reformado nada mais foi do que um intróito para depreciar a ex-mulher, dizendo de seguida que "Bárbara Guimarães, que era uma das três estrelas maiores da nossa televisão, auto descrevia-se como sendo uma heroína que vingou depois de superar muitos obstáculos, o modo de sedução que pautava certas conversas mantidas, nunca contando a mesma história duas vezes de forma igual", rematou.

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