Depois de revelado o seu envolvimento no escândalo em torno de Jeffrey Epstein, André entregou os luxos e fechou a porta do palacete de Windsor, mudando-se para uma mais modesta casa de campo, onde ninguém o visita e está cada vez mais confinado ao isolamento.
Cabelo por pintar, sem botox e neurótica... este será o estado da antiga duquesa de York que não é vista em público desde o dia 12 de dezembro do ano passado.
Novas revelações expõem o temperamento explosivo do antigo duque de York, que terá chegado a agredir um oficial no palácio, obrigando o pai, o falecido príncipe Philip, a intervir.
O irmão do rei de Inglaterra não tem condições para pagar ao advogado que contratou para o defender. Filhas, sobrinhos e os três irmãos recusam-se a apoiá-lo e André enfrenta os momentos mais sombrios da sua vida.
A falecida princesa de Gales foi uma das poucas pessoas que estendeu a mão a Fergie quando esta já era 'persona non grata' em Buckingham. Só que a ex-duquesa de York mostrou-se pouco reconhecida para com a cunhada e amiga.
O governo britânico admite a possibilidade de alterar a lei para excluir André Mountbatten-Windsor da linha de sucessão à coroa do Reino Unido, após o escândalo ligado a Jeffrey Epstein.
Enquanto o irmão era interrogado pelas autoridades, o rei de Inglaterra marcou presença na abertura da Semana da Moda de Londres, distanciando-se ao máximo da polémica em ambiente de festa, moda e beleza.
Detido esta manhã sob suspeita de "má conduta profissional", o ex-príncipe André vive os piores dias da sua descida aos infernos da vergonha. Um imenso escândalo que começou em 2019 e que mancha de forma indelével a reputação da Casa Real britânica.
O irmão do rei Carlos III está a ser investigado pelas suas ligações a Jeffrey Epstein. Depois do primeiro-ministro britânico ter dito que "ninguém está acima da lei", André foi detido esta quinta-feira.