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Face à ligação óbvia de André ao escândalo de pedofilia de Jeffrey Epstein, o irmão, Carlos III, retirou-lhe não só os títulos reais como todas as regalias, o que implicou que o monarca, de 66 anos, tivesse de se despedir da sua imponente mansão em Windsor, com mais de 30 dormitórios, propriedade da Casa Real britânica, e fazer as malas para um novo e mais modesto lar.
No início de abril, ficou concluída a sua mudança para Marsh Farm, na propriedade de Sandringham, uma habitação muito mais austera, sem luxos e que agora serve de residência permanente a André Mountbatten-Windsor. O filho preferido da rainha Isabel II vive agora uma espécie de exílio.
Neste seu isolamento forçado, o antigo príncipe passa muitas horas sozinho. Uma solidão que dói, que castiga, que oprime. Sem poder sair de casa (ou não querer sair), André Mountbatten-Windsor viu-se a obrigado a encontrar uma forma de "queimar" os seus dias.
Os vídeosjogos tornaram-se a sua distração diária. Quem o revelou foi o especialista em assuntos da realeza Andrew Lownie, que estudou ao detalhe a vida do antigo duque. No podcast 'Palace Confidential' e conforme avançado pelo jornal britânico 'Mirror', Lownie afirmou que, desde o fim das suas funções oficiais, André tem sentido falta de uma rotina diária definida. "Acho que ele precisa de disciplina", explicou o referido especialista.
Terá encontrado essa disciplina em muitos vídeojogos de cariz militar: "Ele é absolutamente fascinado por simulações de aterragem de aeronaves – isto remonta ao seu treino como piloto", diz Lownie. A par dos simuladores de voo, o antigo príncipe tem passado muitas horas a jogar 'Call of Duty'. "Perdeu qualquer propósito na vida", acrescenta o especailista que diz que os jogos são para André a forma de combater a solidão.