Léo Caeiro comenta as declarações recentes do bombeiro Dudu, que insinuou que, afinal, Marco Paulo "fugia" dos compadres António Coelho e Maria Violante.
Foi jornalista, escritora, bióloga e investigadora científica, mas no final da vida atormentava-a que isso tudo se tivesse eclipsado em prol de dois momentos decisivos: o caso de plágio e a exposição em que se deixou fotografar pelo então marido durante o orgasmo. Caída em desgraça, exilou-se no Alentejo, onde tentava libertar-se dos seus demónios. "Se eu não fosse capaz de rir na face das minhas desgraças, já tinha enlouquecido há muito tempo", desabafou sobre o que lhe aconteceu, assumindo, no entanto, que o peso de tudo a assoberbava. Foi casada três vezes, mas nenhum dos romances vingou. Salvou-se a amizade com o segundo marido, com quem adotaria os seus dois rapazes, o seu último reduto de amor numa vida de curvas e contracurvas.
No seu regresso à Rádio Comercial, o humorista fez um relato exaustivo de tudo o que se passou na passada quinta-feira e de como se apercebeu que algo não estava bem: "Acabei a arrastar-me para o chão... parecia bêbado".
Estavam apenas os dois em casa - pai e filho - quando o humorista se começou a sentir mal. Ainda assim não quis que se chamasse ajuda. O que se seguiu depois... foi a sua maior sorte!
Maria Violante refutou várias declarações de Eduardo Ferreira, numa altura em que passa um ano da morte do cantor e a sua herança ainda não foi distribuída.
O compadre de Marco Paulo participou no programa da SIC de homenagem ao cantor, um ano após a sua morte, e quebrou o silêncio, mas nem o recado que deixou ao bombeiro lhe valeu comentários simpáticos.