Depois de prometer um Ferrari e uma patinadora russa para cada português, além de vinho canalizado, Manuel João Vieira viveu um dos momentos mais dramáticos da sua vida. O próprio artista revelou que esteve entre a vida e a morte.
Habituámo-nos a vê-lo como o homem das personagens improváveis, das provocações e do humor sem filtros. Manuel João Vieira também já se candidatou várias vezes à Presidência da República e construiu uma carreira entre a música, a arte e o palco. Mas há uma faceta da sua vida que tem mantido longe dos holofotes.
Depois da recente queixa por alegada difamação do antigo deputado do PSD Joaquim Pinto Moreira, o candidato à Presidência da República deverá agora também responder em tribunal por causa dos polémicos cartazes do Chega sobre o Bangladesh e a comunidade cigana.
O candidato à Presidência da República abre o livro sobre o divórcio com Patrícia Poppe, mãe dos seus quatro filhos. "Ainda hoje o considero um dos grandes fracassos da minha vida", confessa na autobiografia 'Porque Sou Liberal', reconhecendo a mágoa de que a missão política e a vida pública o levaram ao falhanço de poder vir a ser, tal como o Presidente Marcelo, mais um Chefe de Estado sem Primeira Dama. Mas afinal o que destruiu o casamento? Para isso é preciso recuar aos tempos da TVI...
O divórcio do Almirante com a psicóloga Carol Maria Olga Costeloe foi oficialmente decretado a 18 de março de 2025, quando já vivia maritalmente com Maria Cristina Castanheta.