O Almirante Henrique Gouveia e Melo ficou livre para viver o amor ao lado de Cristina Castanheta, uma diplomata ligada ao Partido Socialista, desde março de 2025, mesmo a tempo de entrar na corrida às presidenciais sem escândalos amorosos atrelados, que pudessem desviar o foco do antigo Chefe do Estado-Maior da Armada para ser o próximo Presidente de todos os portugueses.
Passamos a explicar: a 18 de março de 2025 foi oficialmente decretado o divórcio do almirante com a psicóloga Carol Maria Olga Costeloe, quando já vivia maritalmente com Castanheta. O casamento com a psicóloga durou cerca de 39 anos, com os dois a separarem-se definitivamente em 2019, tal como a FLASH! noticiou.
Deste matromónio, de quase quatro décadas, nasceram Ryan e Eduardo. Em vésperas da candidatura à Presidência da República, Carol Casteloe cedeu finalmente o divórcio ao ainda marido e permitiu ao ex-companheiro ficar livre para amar e livre de "rabos-de-palha".
Henrique e Carol casaram-se a 22 de março de 1986, pela igreja. Uma cerimónia católica que teve lugar na freguesia de Parede, no concelho de Cascais. Carol é psicóloga e faz um trabalho na área do comportamento humano. Estudou psicologia Clínica no Open University, no Reino Unido, em 2000, Counselling no ISPA, em Portugal, dois anos depois, e fez um doutoramento em Ciências da Saúde na Universidade de Kent, novamente em Inglaterra, em 2013. Em 2020 terminou a formação em aromaterapia e reflexoterapia no Instituto Português de Naturologia.
Com o divórcio formal, Cristina Castanheta pode assumir sem constrangimentos o papel de primeira-dama, caso Gouveia e Melo vença as eleições de 18 de janeiro para a Presidência da República. Filha de pai madeirense e de mãe transmontana flaviense, Maria Cristina nasceu a 19 de janeiro de 1965 em Lisboa (tem 60 anos) e nunca se casou.
O NAMORO DISCRETO COM MARIA CRISTINA XAVIER CASTANHETA
Maria Cristina Xavier Castanheta licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Ingleses e Alemães pela Universidade Nova de Lisboa, e teve entrada direta, em 1994, na carreira diplomática, onde foi adida de embaixada, depois secretária de embaixada, até ser chamada a assumir responsabilidades na área da Defesa e da Segurança Nacional em janeiro de 2004, tendo passado, durante o primeiro Governo de José Sócrates a chefiar a Divisão na Direção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais da Direção-Geral dos Assuntos Multilaterais.
Depois dessa última nomeação, a carreira de Cristina Castanheta foi sempre a subir: passa pelos Assuntos do Mar e do Ambiente, pela área das Organizações Económicas Internacionais e em 2010 está colocada na embaixada portuguesa em Londres como Conselheira de Negócios, num posto que a posiciona como sendo a número quatro da representação diplomática portuguesa na Grã-Bretanha.
Com a chegada de António Costa ao poder, em finais de 2015, Maria Cristina Xavier Castanheta regressa a Portugal para assumitr as funções de Chefe de Gabinete do Secretário de Estado da Defesa Nacional, o socialista Marcos Perestrello, número dois do então ministro José Azeredo Lopes. Sendo quadro interno do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Maria Cristina é requisitada pelo ministro Augusto Santos Silva para trabalhar no seu gabinete. Em janeiro de 2020, a seu pedido, a diplomata pede a exoneração do cargo e deixa o Governo. Mês e meio depois estoira a pandemia da Covid-19 em Portugal.
O casal mantém um namoro discreto e, apesar das primeiras sondagens darem grande vantagem ao almirante Henrique Gouveia e Melo para Belém, a verdade é que essa vantagem tem-se diluído. Neste momento, os últimos estudos colocam-no em empate técnico com André Ventura e Luís Marques Mendes. Ter Cristina Castanheta a seu lado poderá ser um trunfo a ser jogado por Gouveia e Melo, quando a campanha começar a apertar.