José Avillez, Henrique Sá Pessoa, Rui Paula, Vítor Sobral, Ljubomir Stanisic e o pacato Vítor Matos são os suspeitos do costume num universo onde impera a inveja, o ciúme, mas também provas de amizade.
Durante anos, foi sinónimo de humor e arrancou gargalhadas a milhares de portugueses. Mas a vida de Carlos Miguel mudou radicalmente quando uma doença grave o afastou dos palcos. A partir daí, o “Fininho” escolheu o silêncio e o isolamento.
Foi uma das mais populares figuras da TV nacional nos anos 80 no concurso '1,2,3' da RTP. Em 1998, um cancro nas cordas vocais acabou-lhe com a carreira. Viveu amargurado e revoltado até ao fim. Nunca o escondeu
Há muitos anos afastado do pequeno ecrã, o antigo apresentador mantém uma vida recatada desde que terminou a pena de prisão a que foi condenado no polémico processo Casa Pia.
O empresário era conhecido pelo seu sentido de humor e relação cúmplice com os filhos, e prova disso são as alcunhas carinhosas que atribuía a cada um. A última foi ao bisneto, apenas duas semanas antes de partir.
Se na reta final da vida lhe conhecemos um amor sereno, com Tita, a mulher que esteve incondicionalmente ao seu lado, na fase áurea de Francisco Pinto Balsemão, a vida sentimental foi marcada por grandes turbulências. O primeiro casamento acabou entre traições, com o nascimento de um filho fora do casamento, que culminou num divórcio polémico e magoado. Seria apenas muito depois da batalha judicial que o fundador da SIC aceitaria reconhecer Francisco, o terceiro dos cinco filhos que, a par com a mulher, completa o leque dos seus legítimos herdeiros.
Belicha, a mãe dos dois filhos mais velhos do antigo primeiro-ministro, sentiu-se enganada pelo marido e acabou por trocá-lo pelo conhecido apresentador de televisão Carlos Cruz. Um imenso escândalo que está todo contado em livro.