Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
O cantor, que já foi várias vezes notícia devido a acusações de violência doméstica ou outros conflitos físicos, lamenta agora: "As pessoas não têm noção daquilo que eu passei, daquilo que eu sofri".
A campanha online para angariar fundos para a família do ator, que morreu na passada quarta-feira - e cuja fortuna de três milhões de dólares foi quase toda gasta nos tratamentos do cancro - já ultrapassou os dois milhões de dólares. Várias celebridades de Hollywood fizeram questão de contribuir, mas a doação do realizador multimilionário Steven Spielberg está a causar polémica.
Após as críticas ao seu visual conservador, Dina Nunes Ventura apresentou-se com um aspeto muito mais moderno quando comparado com o look da camisola roxa e gola de renda que deu tanto que falar.
A imagem pública da atriz que dava vida a Carrie – a mundialmente adorada protagonista da icónica série dos anos 90 'O Sexo e a Cidade' – tem vindo a ser profundamente manchada pelos atritos com os colegas de elenco.