Depois de Luís Montenegro, é a vez de o líder socialista estar debaixo de fogo, sendo obrigado a justificar o pagamento de avultadas quantias em imóveis. Ele diz que até as contas do filho já foram escrutinadas e que vai apresentar documentos que confirmam a sua transparência.
Planeia mudar-se para uma das zonas consideradas mais elitistas de Lisboa e mora num hotel, depois de ter rejeitado a residência oficial de São Bento, em Lisboa. Em carteira, tem ainda uma quantia milionária declarada em património imobiliário, incluindo a moradia de luxo que servia de quartel general à família em Espinho.