A tragédia de Orelha, atacado por adolescentes em Florianópolis, chegou à Marquês de Sapucaí, onde a Mocidade Independente de Padre Miguel fez do desfile um tributo com esculturas de cães e um apelo à consciência sobre proteção animal.
Maria Amaral não queria ter namoros que a prendessem, mas também não conseguia desligar-se de relações passadas. Era o caso de José, o homicida confesso, que a conhecia há muitos anos, a "descompunha" nas redes sociais mas voltava sempre ao seu encontro. O atual amigo-especial de Maria, sabia de tudo e não gostava, Mas nada fazia porque também ele tinha uma companheira. Uma encruzilhada que mais parece uma novela... com triste final
Espancado por adolescentes e submetido a eutanásia, o cão Orelha comoveu o Brasil, chegou ao Senado, inspirou mudanças na lei e ganhou um hospital com o seu nome.
"Este é o único meio que me permite exercer legitimamente o meu direito à defesa e demonstrar a absoluta falsidade dos factos relatados", explica o cantor espanhol, de 82 anos.
Depois das queixas por violência doméstica, atriz separou-se do companheiro e remeteu-se ao mais absoluto silêncio, não deixando pistas sobre o que terá a dizer quando for confrontada com aquilo que viu durante o tempo de convivência com a enteada, Inês. Há seis meses a decorrer, inquérito acelera e novidades sobre processo podem ser conhecidas a todo o momento.
Acusado de violência doméstica, socialite já reagiu à decisão da juíza de instrução criminal que entende que estão reunidas todas as condições para o levar ao banco dos réus. Arrisca cinco anos de prisão.