A partida de Irene da Grécia é um duro golpe para a mãe do rei Felipe VI. Não perdeu apenas uma irmã, mas também a sua melhor amiga e a mais fiel das confidentes.
Apaixonada e determinada a subir ao altar com o amor da sua vida, a antiga jornalista concordou com o acordo pré-nupcial e as suas várias condições, algumas delas bem rígidas.
Para Sofia, Lisboa tem sido uma nova casa, que a acolheu com segurança, mas lhe permitiu também a liberdade a que não está habituada. Apesar de ser sobejamente conhecida, em Portugal consegue viver quase como uma anónima a sua juventude, longe das apertadas questões reais a que a irmã, por ser herdeira ao trono, está sujeita. 2025 foi o ano em que a capital ganhou uma infanta e os reis ficaram com o palácio majs silencioso.
Conheceram-se ainda adolescentes quando o rei emérito viveu com a família no Estoril. Jogaram ténis, eram presença assídua nas festas do jet-set e viveram muitas aventuras da juventude. Daí nasceu uma relação que ficou para a vida.
Para além de Sofia e de Leonor – nascidas do casamento do rei com Letizia Ortiz – falou-se que o monarca espanhol seria pai de uma outra menina. Uma filha ilegítima de seu nome Mencia e que seria a cara de Felipe. Fruto de um grande amor. O amor que o então príncipe das Astúrias viveu ao lado da mulher que os pais, Juan Carlos I e Sofia, recusaram receber na Zarzuela. A mulher que, embora fosse aristocrata e solteira, foi escorraçada pelos Bourbon.
Além de ver o seu terceiro casamento acabar em divórcio, Telma Ortiz está ainda no centro de uma nova polémica. Há quem a acuse de ter a mania das grandezas.