Os gritos de revolta têm sido inúmeros e claros: se não se fizer alguma coisa, uma das principais montras portuguesas para o turismo vai esvaziar-se até nada restar. Com o preço dos alimentos a disparar, Ljubomir Stanisic admite que não consegue ter lucro na maior parte dos meses e para Pedro Cardoso, do Solar dos Presuntos, é urgente que os espaços se reinventem para combaterem a crise. O que está a ser feito e como os profissionais estão a encarar os tempos de mudança.
Com a subida do preço das matérias-primas, chefs premiados lutam, a custo, para manter as portas dos seus restaurantes abertas e alertam para o ano negro que se avizinha. Já há espaços a fechar e, num grito de revolta, Rui Paula admite que muitos outros se seguirão, enquanto as grandes superfícies apresentam "lucros astronómicos". Dificuldades partilhadas por Ljubomir Stanisic que, neste momento, admite que trabalha para pagar contas, não atingindo o lucro ao final de cada mês.
Aos poucos, Rute Cardoso está a tentar reorganizar a vida após a morte do seu grande parceiro, Diogo Jota. Apesar da dor que não passa, e do aproximar do Natal, a viúva do futebolista tem mostrado uma imagem de força e resiliência numa altura em que regressa a Inglaterra para tratar da vida que deixou em suspenso.
Aprendeu o "verdadeiro significado da comida" a observar a mãe e a avô, durante os tempos de infância em Alijó, "no calor da tradição e do afeto". Com raízes profundas na gastronomia tradicional, a cozinha deste chef com duas estrelas Michelin é “contemporânea na apresentação, na técnica, na criatividade”. Em cada prato que cria, Rui Paula quer ir para além dos sabores, procura que as suas criações sejam um “despertar dos sentidos”. A FLASH! Verão 2025 conversou longamente com ele.
Foi uma das estrelas do programa de culinária na TVI. Agora entusiasmado na RTP1, conta que, no início da Covid-19, esteve mais de 90 dias com um filho fechado em casa.
Conceituados chefs apostam no Norte e abrem novos espaços, em que a arte e a gastronomia andam de braço dado. Deixe-se envolver por estes novos sabores.
Passou duas vezes por Portugal no espaço de três meses, primeiro em junho, pelo Porto (Festival Primavera Sound), e mais recentemente, em Setembro, por Lisboa (no último dia do Festival Meo Kalorama), em dois momentos quase litúrgicos e de comunhão entre pregador e seus discípulos. As mortes dos filhos, a violência, as drogas, os amores e desamores, a religião, os arrependimentos e as crenças de uma das figuras mais negras da história da música.