O progenitor dos meninos não quer trabalhar, vive numa barraca e, com a ajuda de um advogado, que lhe terá redigido o comunicado enviado à imprensa, pediu apoios para ficar com os filhos. Tem tanto interesse neles que, até dia 29 de maio, dez dias após a data do abandono pela progenitora em Portugal, não tinha sequer apresentado um requerimento na justiça para ficar com os meninos. E a família? Todos em silêncio. Ninguém quis ficar com as crianças. Estarão numa instituição.
As crianças francesas abandonadas já estão em Colmar, onde viviam antes de serem trazidos para Portugal pela mãe e pelo padrasto. Tudo aconteceu em dois dias, sob grande secretismo.
A capital espanhola, que não recebe a visita de um máximo representante da Igreja católica há 15 anos, está em preparativos para a visita do Sumo Pontífice: reforçou a segurança, os transportes e a logística para acolher os milhares de fiéis esperados nos eventos religiosos. O Papa estará em Madrid de 6 a 9 de junho.
Zacharie e Barthélémy, de apenas cinco e três anos, já voltaram para a cidade onde nasceram ainda que não possam regressar a casa, aos seus quartos e aos seus brinquedos. Nem para junto do irmão mais velho.
Enquanto a mãe e o padrasto das crianças vão ser levados a juiz, o pai irá visitar os dois meninos. Mas este homem poderá não levar Barthelemy e Zacharie, de cinco e três anos, de regresso para França.
Mário Vaz Maia é um dos agentes da PSP acusados de agressões nas esquadras do Rato e do Bairro Alto, em Lisboa. O seu advogado dá agora pormenores sobre o caso.
Em 2013, o 'Special One' deixou o Real Madrid com polémicas quase diárias. Zangado com Iker Casillas e acusado de dividir o plantel, abandonaria a mansão de La Finca, onde pagava 20 mil euros por mês para proporcionar segurança e bem-estar família. Agora, no anunciado regresso, a sua vida será bastante diferente e bem mais solitária. As mudanças no regresso de 'Mou' à capital espanhola.
Em plena ofensiva da ETA, cada passo de Felipe VI na faculdade era vigiado ao detalhe. Entre cães polícias e agentes infiltrados com fatos de treino, é revela agora a operação invisível para proteger a vida do atual rei de Espanha.
Mário Vaz Maia é um dos agentes da PSP acusados de agressões nas esquadras do Rato e do Bairro Alto, em Lisboa. Mas um detalhe impediu que ficasse em prisão preventiva como outros colegas...