A partida de Irene da Grécia é um duro golpe para a mãe do rei Felipe VI. Não perdeu apenas uma irmã, mas também a sua melhor amiga e a mais fiel das confidentes.
Infanta Elena elegeu a ilha da Madeira como destino de férias este verão. Tudo poderia ser simples, não tivesse a irmã de Felipe usado o destino para se escapar de um confronto com a cunhada. A história é finalmente revelada da forma mais bizarra.
A bonita aristocrata Alejandra de Rojas, que é apontada como a suposta "bastarda" do rei emérito de Espanha, sabe que aquele que a criou e lhe deu o nome não é o seu pai biológico.
Há muito que se dizia (em surdina) que Juan Carlos teria uma filha secreta. Agora, um livro põe tudo a descoberto e as pistas levam até a uma aristocrata bem conhecida no país vizinho. A mulher, que saberá quem é o seu pai biológico, nunca reivindicou o seu lugar na realeza. Nascida no seio de uma família rica, nunca lhe faltou nada. Nem dinheiro nem amor de pai. Pai esse de lhe deu um nome respeitado. Dos Borbón parece apenas querer distância.
O rei emérito está de rastos com a morte da condessa Olghina de Robilant, o grande amor de juventude e com quem ainda se envolveu poucos dias antes de casar com Sofia da Grécia.
Numa nova biografia que será lançada no país vizinho na próxima semana, a eterna esposa de Juan Carlos assume o seu papel submisso ao rei emérito. Da forma mais crua possível. Espanha já está em choque.
Habituada a passar férias no Estoril, durante muitos anos, a Infanta Cristina regressa ao país que acolheu o pai, Juan Carlos, e os avós, Condes de Barcelona, no exílio.
A infanta Cristina muda-se para Lisboa numa altura em que o marido recebe ordem de prisão. Uma cidade que lhe é querida e que recebeu o pai e os avós no exílio