A quinta edição da ARCO Lisboa abriu as portas esta quinta-feira, 19, na Cordoaria Nacional, depois de dois anos em que a feira decorreu apenas online. Este ano, 65 galerias de 14 países juntam-se até domingo, 22, para transformar a capital portuguesa num centro artístico e cultural.
O eixo central da ARCO, o Programa Geral, é constituído por 43 galerias selecionadas pelo comité organizador. Algumas participam pela primeira vez, como é o caso de Elvira González, Galeria 111 e a Galería de las Misiones. Estes nomes juntam-se a outros já conhecidos na feira, como a Cristina Guerra Contemporary Art, Fernando Santo, Pedro Cera e Alarcón Criado.
A secção Opening Lisboa apresenta 13 novos espaços que estão de olho nos criadores nacionais. E ainda há o destaque de África em Foco, com nove galerias com curadoria de Paula Nascimento.
Ver esta publicação no Instagram
O programa da feira é complementado pela plataforma Arts.Libris, um espaço para revistas de arte contemporânea que, por sua vez, também está a organizar um ciclo de debates, o ArtsLibris Speakers Corner. Há ainda o programa internacional de colecionadores, com visitas exclusivas aos profissionais, e o programa de debates Millennium Art Talks, organizado pela EGEAC.
A entrada custa 15 euros esta sexta-feira e sábado. São 10 euros no domingo e estudantes, desempregados e reformados pagam 5 euros. No sábado, dia 21, a entrada é livre para jovens dos 18 aos 25 anos, a partir das 17h.