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Weekend - Mudança

Tempo de balanço! Seis perguntas que deve fazer a si próprio no início do ano

O começo de cada ano é tempo para fazer um balanço, reset e relançar novos hábitos. Veja os gatilhos para a mudança e seja mais generoso consigo próprio.
07 de janeiro de 2026 às 19:45
Início de ano com reflexão e definição de novos hábitos.
Início de ano com reflexão e definição de novos hábitos.

Se é dado a balanços e a resoluções, esta é a altura do ano perfeita para estabelecer novos objetivos e estratégias para os conseguir atingir, bem como constatar o que está errado na sua vida e que caminho quer seguir. Se está numa onda de balanços, especialistas alertam que há seis perguntas que pode fazer a si próprio nesta fase.

1. O que é que lhe trouxe alegria no último ano e o que é o afastou desse cenário?

Pense nos momentos mais felizes que viveu no decorrer do ano e pense em estratégias para as repetir mais vezes ao longo de 2026. Por outro lado, deixe de fora aquilo que mais o aborreceu, e tente ver como pode afastar esses gatilhos.

2. Que relações acrescentaram valor à sua vida e quais as que se tornaram tóxicas?

Pense também em quais foram os relacionamentos que serviram de aconchego e, por outro lado, aqueles que se tornaram tóxicos na sua vida. Estabeleça um grupo forte de apoio, só com quem lhe faz bem.

3. Que aspetos positivos sobre mim é que retiro deste ano?

Quando fizer o balanço, tenha em consideração as coisas boas que atingiu. Temos tendência para pensar no mais negativo, mas valorizar-se deve fazer parte da sua estratégia para 2026.

Planeie o seu ano e defina objetivos, para um tempo de balanço pessoal
Planeie o seu ano e defina objetivos, para um tempo de balanço pessoal

4. Sobre o que estou grato e orgulhoso?

Foi promovido? Orgulhe-se disso. Recebeu boas notícias, de saúde  ou outros aspetos? Celebre-as. Dar valor aos pequenos passos e vitórias é meio caminho andado para uma sensação de maior realização.

5. Estou a ser bondoso para mim próprio?

Muitas vezes, temos tendência para ser mais rígidos connosco do que com os outros. Pense se diria a alguém as coisas que está a pensar sobre si e modere o discurso. Sermos bondosos connosco é um bom ponto de partida para aceitarmos as nossas fragilidades.

6. O que é que eu faria em 2026 se não tivesse medo?

O medo pode paralizar as nossas ações e claro que é um mecanismo de defesa que nos ajuda à prudência, mas ainda assim deve ponderar os prós e contras de avançar em determinado sonho antes de o rejeitar completamente.

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