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Entre "mendigos", "drogados" e ataques de pânico, a temer pela vida, Zulmira Garrido conta terror em Barcelona: "Foi tudo muito violento"

Comentadora televisiva Zulmira Garrido teve ataque de pânico de madrugada, numa avenida cheia de "mendigos, drogados e bêbados", após voo aterrador.
Por João Bénard Garcia | 21 de julho de 2026 às 21:39
Zulmira Ferreira Foto: Instagram
Zulmira Ferreira Flash
Zulmira Ferreira Flash
Festa Zulmira Ferreira Foto: D.R.

A comentadora televisiva Zulmira Garrido viveu um pesadelo no regresso de uma férias idílicas na Sardenha. E conta tudo, com detalhes, em exclusivo à FLASH!. "Íamos fazer escala em Barcelona. Tive umas féria maravilhosas, só isto para acabar comigo. Foi um pavor", começa por afirmar, ainda traumatizada com todos os percalços que viveu: "As indicações que nos deram é que foram ventos cruzados. Não foi chuva, mas sei que o avião parecia um baloiço, parecia um barco de papel na água. Um pavor e foi isso durante algum tempo, para nós pareceu uma eternidade. Eu já apanhei sustos com turbulência, mas nunca assim. Foi tudo muito violento".

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Segundo o relato da viajante, "o comandante fez três tentativas de aterragem e não conseguiu e foi quando se dirigiu para Girona. Estivemos lá quatro horas dentro do avião à espera, não sabíamos o que se passava. Ninguém deu justificação nenhuma a não ser que era o vento, era o vento. "Haveremos de sair", diziam. Houve gente que ia mesmo para Barcelona que abandonou o avião e foi de autocarro", relata.

Mas Zulmira e o seu companheiro de viagem, Pedro Pinho, tinham uma escala em Barcelona para seguirem viagem até Lisboa e estavam condicionados ao voo onde, horas antes, tinham visto a vida por um fio: "Nós não podíamos porque tínhamos o nosso voo de Barcelona para Lisboa. Eu tinha vindo de Ólbia, na Sardenha, para fazer escala em Barcelona e apanhar o voo para Lisboa. Ficámos quatro horas dentro do avião à espera. Depois lá levantámos e seguimos viagem. Eu cheia de medo. Chegámos a Barcelona e depois foi o drama da Vuelling, foi um abandono total porque perdemos o nosso voo de ligação".

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Como um azar nunca vem só, o que começou errado só teve tendência para piorar. "Não havia voos para Lisboa já àquela hora, prometeram-nos hotel. Mandaram-nos jantar, não nos deram jantar coisa nenhuma, comemos umas sanduiches no aeroporto, à espera de um email com a confirmação do hotel. Email esse que nunca chegou. Esperámos e esperámos, até que fomos novamente ao balcão da Vuelling, aconselharam-nos a irmos procurar hotel por conta própria e depois a companhia iria pagar", descreve.

E foi aí que aconteceu um dos piores momentos desta viagem atribulada de fim de férias. "Foi um drama porque eram quatro da manhã e eu parecia a 'Simplesmente Maria' e lá fui com o Pedro Pinho de malas na mão à procura de hotel. O primeiro que pensávamos ter conseguido chegámos lá e estava cheio. Entretanto mandaram-nos para outro e era quatro da manhã quando conseguimos arranjar um hotel. Viemos hoje [dia 21/07] ao meio dia e chegámos à tarde a Lisboa", lamenta, ainda enervada com todos os episódios que se viu obrigada a vivenciar.

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"O primeiro hotel onde fomos acho que era um Meliá e ficava numa avenida estranhíssima com mendigos, drogados, bêbados e fiquei assustada. De malas na mão, àquela hora da madrugada. O táxi ainda por cima não nos deixou à porta do hotel. Disse-nos que era ali e não era. Perguntámos a dois porteiros de um bar, que devia ser um bar manhoso e que ainda gozaram conosco", avança, relatando o que sentiu a seguir: "Eu, a ver aquele aparato todo de drogados sentados, comecei aos gritos e tive um ataque de pânico. Tirei o relógio, comecei a guardar tudo. Comecei a gritar que me queria ir embora dali. O Pedro só dizia: 'Cala-te que assim não me ajudas'. Não me controlei, foi tudo junto que se passou e tive um ataque de pânico".

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