Nos e-mails que foram divulgados no final do ano passado que ligavam várias figuras internacionais ao traficante sexual Jeffrey Epstein, constava o nome e uma fotografia da mulher do príncipe Carl Philip da Suécia, Sofia Hellqvist.
O e-mail em causa foi escrito pela empresária sueca Barbro Ehnbom e enviado a Epstein.
"Esta é Sofia, uma aspirante a atriz que acabou de chegar a Nova Iorque. Ela é a rapariga de quem lhe falei antes de partir, e pensei que gostaria de a conhecer. Talvez pudéssemos visitá-la antes de se ausentar para as férias de Natal?", escrevia Barbro Ehnbom.
Quando o escândalo rebentou, o Palácio Real emitiu um comunicado a tentar minimizar o assunto. "Ninguém se consegue lembrar de todas as pessoas que conheceu na vida. No entanto, a princesa Sofia lembra-se de ter encontrado Epstein em diversas ocasiões, há cerca de 20 anos. Gostaríamos de enfatizar que esses encontros ocorreram em ambientes sociais, como um restaurante e uma estreia de um filme", podia ler-se.
Contudo, a polémica já está a ter consequências: a princesa Sofia desapareceu completamente da agenda oficial da instituição. O seu nome simplesmente não consta do calendário da Casa Real Sueca.
De recordar que, tal como Kate Middleton, por exemplo, Sofia Hellqvist era 'plebeia' antes de se envolver com o filho dos reis da Suécia e ganhava a vida como modelo e estrela de reality shows.
Os dois viriam a casar em 2015 e têm quatro filhos.