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Drama

Sem "comida para pôr na mesa", família de Rúben Dias obrigada a bater à porta de um padrinho e pedir dinheiro emprestado

O internacional português vive hoje uma vida milionária, mas não esquece as dificuldades de um passado ainda recente. As confidências feitas a Cândido Costa.
Por FLASH! | 18 de fevereiro de 2026 às 17:50
Sem "comida para pôr na mesa", família de Rúben Dias foi obrigada a bater à porta de um padrinho
Rúben Dias
Rúben Dias, jogador
Rúben Dias
Rúben Dias
Rúben Dias
Rúben Dias
Rúben Dias, jogador
Rúben Dias
Rúben Dias
Rúben Dias

Rúben Dias, além de ser uma das estrelas da Seleção Nacional de Futebol,  é jogador do Manchester City. À conta do seu talento, trabalho e dedicação, o atleta não tem hoje quaisquer problemas financeiros. Não é obrigado a fazer contas à vida nem tem de se preocupar com o final do mês.

Mas nem sempre foi assim, conforme revela em conversa com Cândido Costa para o Canal 11. Durante uma viagem de carro até ao estádio do clube inglês, Rúben Dias assume que no passado já passou tempos muito difíceis: "A certa altura a coisa apertou e ficamos com a corda na garganta", começa por recordar.

"Estava-nos a faltar condições, estávamos na 'red line' para ter comida para pôr na mesa. A minha mãe, que trabalhava numa loja de roupa de cama, voltou a estudar. Foi estudar inglês. Eu fiquei parvo com aquilo. Matemáticas... e ela conseguiu. Tornou-se contabilista. Entretanto, foi trabalhar para um escritorizinho, dentro da dificuldade, mas passados uns cinco anos voltamo-nos a equilibrar", conta o futebolista a Cândido Costa.

E continua a lembrar: "O meu pai fez-se à vida. Começou na Remax, aquilo correu terrivelmente, foi tirar o curso de taxista. E aí, nesse momento, o meu pai vai para taxista, entretanto sente que aquilo é demasiado perigoso, e ele quer estar presente na nossa vida, e recusa a ideia de... e isto já depois de ele ter efetuado o curso e estar a trabalhar. Volta à Remax e, ali já com a força de vontade completamente diferente e disposto a quebrar barreiras...."

Contudo, Rúben Dias não esquece quem lhes deu a mão quando mais precisavam: "No período mais difícil a minha mãe foi falar com o padrinho dela, e o padrinho dela, na altura, emprestou-nos 3 mil euros que para nós foi vida durante não sei quantos meses. Permitiu-nos respirar e cada um ir à sua pequena missão para tentar trazer dinheiro para casa."

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