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Polémica

Escândalo no mundo financeiro: diretora executiva do JP Morgan acusada de ter escravo sexual

Chirayu Rana, de 35, acusa Lorna Hajdini, de 37, de utilizar a sua posição e influência no departamento de finanças do banco de Nova Iorque para o assediar e abusar sexualmente.
Por Joana Guterres | 06 de maio de 2026 às 12:32
Escândalo no mundo financeiro: diretora executiva do JP Morgan acusada de ter escravo sexual
Lorna Hajdini
Chirayu Rana
Lorna Hajdini
Lorna Hajdini
Lorna Hajdini
Chirayu Rana
Lorna Hajdini
Lorna Hajdini

Lorna Hajdini, de 37 anos, diretora executiva do departamento de finanças do banco JP Morgan, em Nova Iorque, está a ser acusada de utilizar a sua posição e influência para assediar e abusar sexualmente um dos seus funcionários.

Chirayu Rana, de 35 anos, diz que Hajdini quis fazer dele um escravo sexual, obrigando-o a praticar atos sexuais não consensuais e humilhantes, segundo o

De acordo com a denúncia, o suposto abuso começou quando os dois começaram a trabalhar juntos em 2024. Hajdini terá forçado o subalterno a sair com ela, depois de este a ter rejeitado várias vezes. “Se não fizeres sexo comigo vou arruinar-te. Nunca te esqueças: tu pertences-me”, terá ameaçado, ao mesmo tempo que lhe prometia uma promoção: “Vais ter de merecer”.

Numa ocasião relatada no processo, Hajdini terá obrigado Rana a chupar-lhe os dedos do pé, depois empurrou-o para o chão e sentou-se na cara dele, dizendo repetidamente que era dona dele e que controlava o seu destino profissional. Rana ainda tentou encontrar emprego noutras empresas, mas nunca conseguiu.

Rana, que é casado, contou que a diretora o "assediava constantemente e o forçava a ter relações sexuais com ela em diversas ocasiões".

Uma segunda testemunha diz que Rana lhe confidenciou, em meados de 2024, que "uma mulher do seu local de trabalho" estava a "tornar a sua vida num inferno" com assédio e chantagem. A mesma testemunha revelou que, mais tarde, viu os dois juntos na rua: "Ela beijou o pescoço de Rana e agarrou-o, enquanto ele parecia desconfortável."

Rana afirma que Hajdini o drogou com Flunitrazepam, também conhecido como 'Boa noite, Cinderela', e com Viagra em diversas ocasiões e chegou a repreendê-lo por ele estar a chorar enquanto ela lhe fazia sexo oral.

No seu depoimento, Rana afirma ter sido diagnosticado com Transtorno de Stress Pós-Traumático em outubro de 2025, o qual atribui às supostas agressões. Diz ainda sofrer de privação de sono devido a pesadelos recorrentes, flashbacks, episódios de desmaio e "desregulação da raiva".

Na semana passada, o advogado de Hajdini negou todas as acusações: "Ela jamais se envolveu em qualquer conduta inadequada com esse indivíduo".

Um porta-voz do JP Morgan disse ao 'New York Post': "Após uma investigação, não acreditamos que essas alegações tenham qualquer fundamento."

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