À semelhança de Gonçalo Amaral, também Francisco Moita Flores, outro antigo inspetor da PJ, não acredita no desaparecimento de Maddie nem na inocência dos pais e dos amigos da família, que também estavam perto do apartamento, na noite fatídica.
Moita Flores comentou o caso no programa 'Rua Segura', da CMTV. Questionado sobre a possibilidade de a menina, que atualmente teria 13 anos, estar viva, o antigo inspetor da PJ afirma: "Não há. Não acredito. Aliás, não acredito desde o primeiro dia".
O conhecido comentador da CMTV desmonta os depoimentos dos pais da criança. "A história é toda tão inverossímil e tão pouco inteligente que é impossível ser verdade aquilo que foi contado".
Francisco Moita Flores esteve na praia da Luz e assegura: "É mentira o que eles dizem. Do sítio onde estavam não viam a casa. Isso é falso. Eu estive lá. Eles mentem todos. Os depoimentos são todos contraditórios", explica o antigo inspetor da Judiciária, referindo-se também aos amigos de Kate e Gerry McCann.
Ainda assim, Moita Flores não aponta o dedo aos pais da criança, como autores materiais da sua morte. "Não digo que foram os pais, não tenho condições materiais para afirmar isso. Mas o enigma está ali, entre eles".