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Drama

As horas de inferno de Maria Custódia Amaral. Filha da atriz Delfina Cruz foi deixada a morrer por asfixia

Agente imobiliária foi despedida, amarrada e espancada por homem de 35 anos, que escondeu posteriormente o corpo na arrecadação. Sabe-se agora como foram as últimas horas de verdeiro terror de Maria Custódia Amaral, filha da atriz Delfina Cruz.
As horas de inferno de Maria Custódia Amaral. Filha de atriz foi deixada a morrer por asfixia
Maria Custódia Amaral
Família desesperada com o desaparecimento de Maria Custódia Amaral nas Caldas da Rainha
Zé Pedro confessa homicídio da filha de Delfina Cruz, chocando vizinhos e familiares
Maria Amaral, filha de Delfina Cruz, desapareceu e foi assassinada por um homem próximo
Maria Custódia Amaral
Velório de Maria Custódia Amaral
Maria Custódia Amaral
Família desesperada com o desaparecimento de Maria Custódia Amaral nas Caldas da Rainha
Zé Pedro confessa homicídio da filha de Delfina Cruz, chocando vizinhos e familiares
Maria Amaral, filha de Delfina Cruz, desapareceu e foi assassinada por um homem próximo
Maria Custódia Amaral
Velório de Maria Custódia Amaral

Foi há mais de seis meses que o caso gerou alarme nacional: depois de vários dias desaparecida Maria Custódia Amaral, filha da atriz Delfina Cruz, era encontrada morta, na Lagoa de Óbidos, com as peças a começarem a ser encaixadas. No mesmo dia, era detido o principal suspeito, um homem de 35 anos, que havia sido inquilido e amante da agente imobiliária.

Os dois mantinham um relacionamento tenso, com o homem a perseguia-la com mensagens ofensivas enviadas para o telemóvel.  Naquele dia, Maria Custódia Amaral foi atraída para o cenário do crime sob pretexto de fazer a angariação do imóvel, que o antigo amante devia querer vender.

À Polícia Judiciária, o homem sempre disse que a morte tinha acontecido por acidente, no entanto, segundo a acusação do Ministério Público, revelada pelo Correio da Manhã, não há qualquer margem para dúvidas quanto à brutalidade da morte da filha da falecida atriz Delfina Cruz.

Maria Custódia Amaral foi despida, amarrada e agredida. Depois, enrolou película aderente em torno do rosto da vítima, deixando-a a morrer por asfixia. Durante vários dias, manteve o corpo e as roupas de Maria Custódia Amaral escondidas no interior de sua casa. Levou também o carro desta para as Caldas da Rainha, atirou o telemóvel da agente imobiliária para o lago e o seu PC para o caixote do lixo. Apanharia de seguida um táxi para casa.

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