Rebeca Caldeira volta a estar no centro da polémica por causa dos chapéus de sol. Desta vez, o caso foi comentado no programa 'Passadeira Vermelha', da SIC Caras, onde os comentadores analisaram a atitude da influenciadora e acabaram por chegar a uma conclusão: Rebeca tinha razão na questão, mas a forma como decidiu agir não foi a mais correta.
A polémica começou depois de Rebeca ter partilhado nas redes sociais uma situação que viveu durante as férias em Tróia. A influenciadora contou que, ao longo dos vários dias em que foi à praia, reparou que algumas pessoas deixavam chapéus de sol colocados de um dia para o outro para garantir o lugar, acabando por ocupar espaço que poderia ser utilizado por outras pessoas.
Perante a situação, Rebeca decidiu retirar um dos chapéus que estava colocado na praia para conseguir instalar o seu. Quando os proprietários chegaram ao local, terá começado uma discussão, situação que a influenciadora foi acompanhando através das redes sociais. A atitude rapidamente dividiu opiniões e chegou agora à televisão. No referido programa da SIC Caras os comentadores consideraram que Rebeca tinha razão ao defender que não se deve reservar espaço numa praia pública, mas criticaram a forma como decidiu lidar com o conflito.
Carolina Ortigão foi a primeira a pronunciar-se e começou por dar razão à influenciadora. "Isto dos chapéus de sol é assim: primeiro quem chegar primeiro põe o chapéu de sol onde quiser e depois de facto ninguém marca chapéus de volta. Aí ela tem toda a razão", afirmou.
No entanto, apesar de concordar com a posição de Rebeca, Carolina não poupou nas críticas à exposição feita nas redes sociais. "Isto é muito pobre, é um conteúdo muito pouco interessante", considerou.
David Motta, por sua vez, focou-se sobretudo na forma como a situação foi exposta. O comentador criticou o facto de Rebeca ter filmado as pessoas envolvidas na discussão e de ter utilizado emojis de palhaço para se referir à situação.
"E depois de estar a filmar as pessoas, e as pessoas estão a discutir com o marido e claramente vêm que ela está à frente a filmá-los e a apontar. Usar os emojis de palhaços para descrever ou ilustrar esta discussão, referindo às pessoas que ali estão. Acho isso tudo mais uma vez um tom de dedo o ar, não é assim que resolvem", afirmou.
Também Filipa Torrinha Nunes partilhou da mesma opinião. A psicóloga considera que Rebeca tinha razão na questão principal, mas entende que o método utilizado não foi o mais adequado.
"Eu acho que a Rebeca tem razão, mas o método não parece, pelo menos o que eu faria, ou o que seja o mais correto. Eu digo que ela tem razão no sentido que é na tese principal: não podes guardar espaço na praia. A praia é pública, ponto!", defendeu.
Filipa Torrinha Nunes foi ainda mais longe e apontou o momento em que considera que a influenciadora ultrapassou o limite. "Sinto que a linha foi ultrapassada quando filmou as pessoas e colocou os emoji de palhaço, não me identifico com essa forma de lidar com a situação", acrescentou.
Assim, apesar de os comentadores concordarem com Rebeca quanto à impossibilidade de reservar lugares numa praia pública, a forma como a influenciadora decidiu resolver e expor o conflito acabou por ser o verdadeiro motivo de discórdia.