Faço o meu, quem decide que faça o resto. Esta podia ser uma frase atribuída à Geração Z, que atualmente parece ser responsabilizada por todas as mudanças de comportamento do mundo, pela sua "desresponsabilização de funções ou papéis que não lhes são atribuídos no local de trabalho e no bom relacionamento social de uma forma geral.
Mas não; este "não tenho nada a ver com isso, dou o meu melhor", é uma doença generalizada e que já chegou aos canais de televisão. Pois, meus queridos, tenho notícias para vocês: "o meu melhor" não chega. Porque, em 2026, resultados dizem respeito a todos. Vamos a exemplos práticos deste "laissez-aller": uma série ou uma novela é gravada.
O seu tempo de emissão não é paralelo ao de gravação. Onde estão os atores para a promover? A fazer outras séries ou campanhas de publicidade. Ou seja, a pensar no seu umbigo com a desculpa de que está feito e não são pagos para isso. resultado: quando os produtos vão para o ar, não há ninguém para garantir o 'boost' necessário.
De quem é a culpa? De quem não exige que os contratos de "comparência" sejam cumpridos e cede à pressão do "vocês é que precisam de mim". Errado: todos precisam uns dos outros porque é a isso que se chama trabalho de equipa. Sem resultados não há produtos. Só resta a subsidio de dependência. E essa é outra história.