Perder um cão ou um gato pode doer tanto como perder uma pessoa próxima e, em alguns casos, deixar marcas clínicas de luto prolongado. É esta a conclusão de um novo estudo publicado na revista científica PLOS ONE, que mostra que a morte de um animal de estimação pode desencadear Perturbação de Luto Prolongado (PGD), uma condição já reconhecida pela OMS e pela Associação Americana de Psiquiatria, mas que, por definição oficial, só pode ser diagnosticada após a morte de um ser humano.
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