O tempo pode apaziguar a dor mas não a saudade! Que o diga a jovem de Gondomar que perdeu o amor da sua vida e pai dos seus três filhos em julho passado.
Amigos e familiares contam tudo sobre ela na hora do adeus: o casamento relâmpago com Miguel, o advogado pai do filho Bernardo. As paixões com homens violentos. As relações tóxicas. A fuga para a região Oeste na época do Covid-19. O desencanto com o isolamento no meio do campo e a vontade de mudar de casa. Tudo histórias de uma mulher que gostava de festa, do convívio com as amigas, que falava pelos cotovelos e nunca chegava a horas a lado algum.
Depois do escândalo que o liga a Jeffrey Epstein, de ter perdido todo o apoio da família real britânica, o príncipe André é detido por suspeitas de má conduta em cargos públicos. É o declínio daquele que sempre foi considerado o filho preferido da rainha Isabel II, e que cai em desgraça sem que ninguém da casa real britânica lhe estenda a mão. A dor maior prende-se com o corte de relações com a filha Eugenie.
Conta-se que a empresária brasileira sempre foi o amor nunca esquecido por Pinto da Costa e que entre os dois nunca deixou de haver amor. Um ano depois da morte do portista, Fernanda Miranda parece assinar por baixo a teoria e volta para se mostrar rendida ao seu grande amor. Enquanto isso, a viúva, Cláudia Campo, tenta mostrar-se indiferente, seguindo a vida de privilégio que conquistou ao lado do antigo presidente do FC Porto.
Numa altura em que se assinalou o primeiro aniversário da morte de Pinto da Costa, a família do portista continua em guerra aberta, mas a viúva, Cláudia, como que renasceu: deixou o trabalho no banco, vive na casa que era de Pinto da Costa, com direito a pensão vitalícia, e inicia uma nova vida, sempre de costas voltadas com o enteado Alexandre. Na missa de homenagem, cada um estava para seu lado.