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António Pedro Cerdeira era muito próximo de Eduardo Beauté. Uma relação forte de amizade que levou o malogrado cabeleireiro a convidar o ator para ser padrinho de Eduardo, o filho mais novo. E a estrela das novelas aceitou.
Com a morte de Eduardo e perante a incerteza sobre o destino dos seus três filhos, António Pedro garantiu que estava pronto a "assumir a 1000% as minhas responsabilidades. Estou cá para elas. Quero ficar em paz comigo e com a memória do Eduardo", disse, citado pela 'Nova Gente'.
Mas agora que Luís Borges ficou com os meninos, o ator esclarece o que as suas palavras pretendiam dizer. "O que eu disse foi ‘estou cá para tudo’ e tenho essa obrigação, entre aspas, porque sou o padrinho. Se alguma coisa acontecesse… Imaginemos que o Luís não podia ou não queria. A família [do Eduardo] sei que não queria. ‘Estou cá’ por uma questão de amor e amizade ao Eduardo", garantiu à revista 'Maria'.
"Eu quero estar presente e ajudar no que puder, seja financeiramente, seja em termos de presença. O que aquelas crianças agora menos precisam é de disputas legais", afirmou Cerdeira.
"O que eu disse e direi sempre é que, em caso de as crianças não terem ninguém, eu estarei cá. As crianças têm outro pai, o Luís. Já falei com ele e fiquei muito feliz. Tiro-lhe o chapéu e fiquei a admirá-lo ainda mais por ele tomar a decisão de lutar para ficar com as três crianças", acrescentou.