Casados há 12 anos, Joana Marques e Daniel Leitão viram as suas diferenças colocarem-nos à prova durante o processo com os Anjos, que enfrentaram de formas totalmente opostas. Apesar de sempre ter reagido ao caso com a leveza do humor, os amigos admitem agora que Joana teve as suas fases mais vulneráveis. "Vi-a muito cansada. Quem acha que ela não sofreu e só se divertiu, está enganado", disse Ana Galvão sobre a amiga, no documentário, que volta a esmiuçar o processo judicial com os irmãos Rosado.
Lisboa tem novidades de sobra para enfrentar este regresso ao trabalho. Nos últimos meses, abriram portas restaurantes que vão do bistrô francês à cozinha da Sardenha, passando por conceitos centrados no ragù, petiscos portugueses e comida saudável.
O processo judicial que colocou Joana Marques e os Anjos frente a frente terminou com a absolvição da humorista, mas a história está longe de ficar esquecida.
Quando se pensava que com a polémica dos Anjos já se tinha debatido o humor de Joana Marques de todos os ângulos, eis que a profissional da Renascença volta às grandes controvérsias, depois de ter brincado com o diagnóstico de "neurodivergência" de Mafalda Matos. Entre os que a atacam, as queixas na ERC e quem sai em sua defesa, coloca-se novamente a questão se há 'linhas vermelhas' para o humor em Portugal.
Nos últimos dias, nova forma física da humorista levou a um debate acalorado nos programas de social. No entanto, o 'inimigo' de Joana, Gustavo Santos, foi o primeiro a notar a perda de peso da humorista, que esclareceu se tomou ou não as famosas canetas emagrecedoras.
O vídeo das freiras do Mosteiro Santa Maria dos Anjos, em Dourados, no Brasil, tornou viral graças à sua entusiástica celebração da vitória da Seleção brasileira frente ao Japão no Mundial, na terça-feira.
Se quiser e puder, Alexandre Quintas, o português que encontrou e salvou Zacharie e Barthélémy, de 3 e 5 anos, no meio do mato pode ir a França e sujeitar-se ao processo de adoção. Não é impossível e aconteceria depois de esgotadas todas as possibilidades no país de origem.
O caso que chocou o País ganhou um novo protagonista. O pai das crianças quebra o silêncio com um plano desesperado, mas a sua vida entre ruínas pode deitar tudo a perder.
O progenitor dos meninos não quer trabalhar, vive numa barraca e, com a ajuda de um advogado, que lhe terá redigido o comunicado enviado à imprensa, pediu apoios para ficar com os filhos. Tem tanto interesse neles que, até dia 29 de maio, dez dias após a data do abandono pela progenitora em Portugal, não tinha sequer apresentado um requerimento na justiça para ficar com os meninos. E a família? Todos em silêncio. Ninguém quis ficar com as crianças. Estarão numa instituição.