Há oito anos, Pedro Passos Coelho renunciava ao cargo de deputado e fechava a porta política para apoiar a mulher, Laura, no inferno do cancro. Depois da morte da fisioterapeuta, honrou a promessa de estar ao lado da filha menor, enquanto dele dependesse, e fechou-se num casulo familiar. Hoje, com o clã organizado, dá cada vez mais sinais de estar pronto para voltar e, na última terça-feira, 24, declarou-se como uma voz crítica do Governo e não deixou nada por dizer. Da vida de recato ao furacão político, conheça a nova vida do antigo primeiro-ministro.
Depois do enteado do príncipe Haakon ser obrigado a sentar-se no banco dos réus, da princesa Mette-Marit ter caído em desgraça pela sua ligação a Jeffrey Epstein... só faltava a preocupação em torno da saúde do monarca norueguês.
O actor de 63 anos senta-se esta terça-feira no banco dos réus, no Tribunal de Torres Vedras, acusado de violência doméstica, violação de domicílio e perturbação da vida privada contra a ex-namorada, Frederica Lima. Audiência decorre à porta fechada.
Luís Neves tinha uma legião de apaixonadas quando era o miúdo loirinho das piscinas do Fundão durante as férias de verão. Depois, mudou-se para Almada e hoje já não passa férias na terra natal. "Parece que se casou com a PJ", diz um amigo, que lhe elogia "a sensatez" e a "seriedade". Conseguiu modernizar a polícia de investigação, foi uma ave de rapina a apanhar criminosos e chama "praga" aos crimes económicos e ao ciberterrorismo, onde deu a mão ao pirata informático Rui Pinto, hoje a colaborar com a PJ. Torna-se agora ministro com a fasquia muito alta. Será que vai conseguir dar a volta às condições de trabalho de polícias e bombeiros? Ou gerir bem a época dos fogos? Será que vai pôr a Proteção Civil a funcionar? Os próximos meses irão trazer as respostas...
Amigos e familiares contam tudo sobre ela na hora do adeus: o casamento relâmpago com Miguel, o advogado pai do filho Bernardo. As paixões com homens violentos. As relações tóxicas. A fuga para a região Oeste na época do Covid-19. O desencanto com o isolamento no meio do campo e a vontade de mudar de casa. Tudo histórias de uma mulher que gostava de festa, do convívio com as amigas, que falava pelos cotovelos e nunca chegava a horas a lado algum.
Conta-se que a empresária brasileira sempre foi o amor nunca esquecido por Pinto da Costa e que entre os dois nunca deixou de haver amor. Um ano depois da morte do portista, Fernanda Miranda parece assinar por baixo a teoria e volta para se mostrar rendida ao seu grande amor. Enquanto isso, a viúva, Cláudia Campo, tenta mostrar-se indiferente, seguindo a vida de privilégio que conquistou ao lado do antigo presidente do FC Porto.
Detido esta manhã sob suspeita de "má conduta profissional", o ex-príncipe André vive os piores dias da sua descida aos infernos da vergonha. Um imenso escândalo que começou em 2019 e que mancha de forma indelével a reputação da Casa Real britânica.
Numa altura em que se assinalou o primeiro aniversário da morte de Pinto da Costa, a família do portista continua em guerra aberta, mas a viúva, Cláudia, como que renasceu: deixou o trabalho no banco, vive na casa que era de Pinto da Costa, com direito a pensão vitalícia, e inicia uma nova vida, sempre de costas voltadas com o enteado Alexandre. Na missa de homenagem, cada um estava para seu lado.
Fernanda Miranda - o 'ódio de estimação' de Cláudia Campo, a viúva do antigo presidente do FC Porto - fez questão de assinalar publicamente o primeiro aniversário da morte do ex-marido.