Os bancos não pedem os mais de mil milhões de euros de volta. O famoso empresário madeirense não tenciona pagá-los. O assunto continua a ser empurrado com a barriga e é uma verdadeira 'Never ending story (história interminável)'. Ele, e os seus 'sócios', são os autores do segundo maior escândalo financeiro do século, depois da queda do BES pela mão de Ricardo Salgado. Agora são os filhos, Renato e Cláudia Berardo, mais os netos, que pediram ao tribunal para os livrar de terem de pagar com o seu património as dívidas do patriarca da família.
O fundador do Banco Comercial Português (BCP) conheceu a mulher da sua vida em 1957. Casaram em 1962, numa Angola em guerra. Viveram tempos felizes mas também momentos duros como a perda de um filho. Com a sua partida, Jardim Gonçalves perdeu a vontade de festejar: "Não a tenho, vou festejar o quê?"
O BCP, a Caixa Geral de Depósitos e o BPI exigem ao jornalista e empresário o pagamento de sete milhões de euros de créditos concedidos à Seletiva Moda, da qual foi dirigente.
A notícia caiu que nem uma bomba, com o amigo Dudu a ser apanhado de surpresa. Dos muitos milhões falados, há apenas 26 mil euros nas contas bancárias do malogrado cantor. Fisco investiga.
Enquanto há novas informações sobre o estado da norte-americana, internada em Nova Iorque, na Justiça os advogados ultimam a ação de divórcio e limam estratégias para que José Castelo Branco não tenha direito a nada. Saiba quais são os últimos avanços no caso.
Pobrezinha ou milionária? Onde fica a verdade nesta história que tantas vezes coloca José Castelo Branco no papel de vilão e Roger no de salvador? A 'The Mag' falou com uma pessoa próxima da família que conta como viu o desenrolar de todos os acontecimentos ao longo dos últimos anos em Nova Iorque, quando o tema da herança ainda não era uma realidade tão próxima.
Depois de rebentar o escândalo que envolve o nome de Lady Betty Grafstein, a mulher de 94 anos do socialite português, José Castelo Branco vem dar explicações sobre o que se terá passado. Atira-se aos "senhores das finanças" e aos inquilinos mas reconhece que quer, desde 2015, livrar-se do palacete de Sintra, que Betty tem em seu nome e hipotecou à banca por uma fortuna.