Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
Aos 28 anos, a filha do meio de Dom Duarte e Isabel de Herédia traz frescura ao que resta da realeza em Portugal e assume, ao lado dos irmãos, cada vez mais os comandos em eventos ligados à Casa de Bragança. Um orgulho para os pais, que tentam manter viva a tradição, adaptando-a aos novos tempos.
Seis detidos e um ferido após violentos confrontos entre ultras do Sporting e do Nápoles. Instalou-se o caos a horas do embate entre as duas equipas, referente à ronda 2.
A dor faz parte do ADN de um clube que, em 1989, chorou a partida de quase 100 adeptos, numa das grandes tragédias do futebol. Diogo Jota reaviva o sentimento de orfandade que nunca deixa Liverpool, uma cidade especial, com mística, onde futebol e cultura andam de mãos dadas num equilíbrio quase romântico. Terra dos Beatles, de arte e talento, os scousers - assim são chamados os habitantes de Liverpool - sentem-se muitas vezes mais perto da Irlanda do que da bandeira inglesa, que tantas vezes rejeitam. Uma viagem pela cidade portuária que, agora, será também para sempre morada de Jota e do irmão, André Silva.
Suzana Garcia é acusada de causar mal-estar nos bastidores do programa apresentado por Cristina Ferreira e Cláudio Ramos, com queixas por parte dos colegas e equipa técnica.
O canal australiano Nine News captou o momento em que um polícia levanta uma arma e atinge com uma bala de borracha uma jornalista da televisão que cobria os protestos contra as políticas migratórias do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Los Angeles