No dia a seguir à morte do pai, em 2005, disse a Scolari que queira jogar, pois nada mais havia que pudesse fazer pelo progenitor. O exemplo é antigo, mas representa bem a mentalidade vencedora de Cristiano Ronaldo que não cruza os braços perante os problemas e faz, muitas vezes, da dor a sua força.
O capitão da Seleção Nacional abriu o coração e falou da semana "difícil" que viveu em silêncio após as críticas que lhe foram feitas após o jogo de estreia de Portugal contra a República Democrática do Congo. E deixou um aviso: "Estou de volta".
Do choque à resposta: depois da desilusão no primeiro jogo da Seleção Nacional, a partida frente ao Uzbequistão ficou marcada por uma exibição de excelência com o talento de CR7 a assumir o protagonismo.
Com a vitória do Al Nassr sobre o Damac FC, CR7 torna-se o primeiro jogador na história do futebol mundial a ser campeão nacional e melhor marcador em quatro países diferentes.
Aos 40 anos, CR7 admite que tem tudo na vida, tornou-se bilionário, mas garante que cada vez dá mais valor a coisas terrenas e menos ao dinheiro. Na sua entrevista mais pessoal, falou sobre o amor por Georgina, a admiração inesperada por Donald Trump e não fugiu à polémica em torno de Diogo Jota. As frases mais impactantes da conversa de Ronaldo com o jornalista britânico Piers Morgan.