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Susana Amaro Velho lança o seu quinto livro e garante: "Alguém como eu tem de arregaçar as mangas a cada projeto, sem garantias"

Susana Amaro Velho lança o seu quinto livro e garante: "Alguém como eu tem de arregaçar as mangas a cada projeto, sem garantias"

Quase dez anos depois de se ter estreado no mundo dos livros, a conhecida autora contemporânea está de volta com 'Sou uma Multidão Minúscula', que se debruça sobre as dores femininas, herdadas de geração em geração. "A pergunta de que parti? O que faz uma mulher com uma dor que não pode entregar a ninguém?", explica a FLASH!, numa conversa em que fala sobre o novo romance e o percurso trilhado com paixão, trabalho e resiliência.
Deixou uma carta de despedida. A trágica morte de Paulo Gonçalves, o patrão da noite, amigo de celebridades que dedicou a vida à diversão dos outros

Deixou uma carta de despedida. A trágica morte de Paulo Gonçalves, o patrão da noite, amigo de celebridades que dedicou a vida à diversão dos outros

A semana fica marcada por uma partida inesperada na noite lisboeta: Paulo Gonçalves, sócio da discoteca Lust in Rio, foi encontrado morto no interior de sua casa, com um tiro na cabeça. Amigo de várias celebridades e com um percurso construído a pulso na noite da capital, empresário deixou, sabe a FLASH!, uma carta a explicar as suas "razões". Em comunicado, discoteca fala em "circunstâncias de natureza profundamente pessoal e íntima, associadas a uma dor silenciosa".
"É de uma injustiça brutal para com o Carlos Castro dizer-se que o Renato Seabra foi iludido pelo papão": Quintino Aires analisa relação que terminou em tragédia

"É de uma injustiça brutal para com o Carlos Castro dizer-se que o Renato Seabra foi iludido pelo papão": Quintino Aires analisa relação que terminou em tragédia

Quinze anos depois do brutal assassinato do cronista social às mãos de Renato Seabra, o caso continua a regressar à esfera mediática na tentativa de perceber o que aconteceu para motivar o crime bárbaro. Entre o que se sabe e o que se especula, para o psicólogo Quintino Aires uma coisa é certa: o modelo não foi iludido, sabia o que estava a fazer e não deve ser desculpabilizado. "Há um julgamento moral em que o Renato em sociedade é mais visto como a vítima do que como o criminoso", diz à FLASH!.

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