Frustrado por olhar para as contas finais e ver que um ano de lucro nos seus restaurantes é igual ao que ganha num mês a trabalhar com a marca Chakall, cansado de fazer 150 voos por ano pelo mundo a gravar programas de televisão, o chef do turbante decidiu em 2022 mudar a sua vida. Chakall, ou Eduardo, como lhe chama a mãe, lava a alma numa conversa dura, intensa, mas, mesmo assim, plena de esperança.
Stephen Colbert despede-se esta noite do 'The Late Show' envolto em secretismo e polémica. Com a sombra de Donald Trump e alegadas pressões políticas a pairar sobre o cancelamento, os bastidores da TV norte-americana estão a ferro e fogo.
Depois das palavras que dirigiu a Nuno Markl após o radialista ter sofrido o AVC, o influenciador digital usou as redes sociais para falar sobre obesidade. A polémica está (de novo) instalada.
Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
Apesar de ter vindo ao mundo no distrito Guarda, a socialite sempre se sentiu diferente dos restantes portugueses e, diz, habituou-se a ser olhada pelos demais.