No dia em que faz 46 anos, a empresária já está a salvo em Bali, na Indonésia, mas o coração continua apertado. Liliana e a família não escondem o desejo de regressar aos Emirados Árabes Unidos.
Nuno Morais Sarmento tinha anunciado em janeiro a sua saída da presidência da FLAD por motivos de saúde, lançando o alerta sobre uma recidiva na luta contra o cancro. Uma batalha que bem conhecia e que enfrentou de frente, recebendo dos médicos a alcunha de 'doente rebelde'. Depois de ter descido aos infernos ao lutar contra um agressivo tumor no pâncreas, teve alta e, mais do que nunca, aproveitou os pequenos prazeres da vida, ainda que sempre com a consciência do machado que pairava sobre si. "Fisicamente não estou recuperado. Tomo não sei quantos medicamentos por dia, que é uma coisa que me incomoda. Tento fazer a vida normal e isso dá-me um gozo. Um dia normal pode ser para mim um dia de extraordinária satisfação. Morreu este sábado, aos 65 anos.
Do registo só constam dois amores: Pedro Passos Coelho casou-se com 'Fá', uma das popstars da 'Doce', mas 18 anos depois o amor chegou ao fim. O político voltaria a encontrar o amor ao lado de Laura Ferreira, mas esta acabaria por falecer, após uma longa batalha contra o cancro. Viúvo aos 55 anos, com uma filha de 13 anos para criar, dedica-se à educação da adolescente. Continua de aliança no dedo apesar de em 2022 lhe terem apontado um romance com uma professora que é fã dele, que o segue para todo o lado e não o larga. Júlia, a filha, faz este ano 18 anos e não tarda voa do ninho. Será que é desta que ele volta à política ativa?
Felipe VI e Letizia estarão ao lado da filha, como sempre estiveram, mas desta vez as decisões serão feitas pela futura rainha de Espanha... digam os pais o que disserem.
Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
Há oito anos, Pedro Passos Coelho renunciava ao cargo de deputado e fechava a porta política para apoiar a mulher, Laura, no inferno do cancro. Depois da morte da fisioterapeuta, honrou a promessa de estar ao lado da filha menor, enquanto dele dependesse, e fechou-se num casulo familiar. Hoje, com o clã organizado, dá cada vez mais sinais de estar pronto para voltar e, na última terça-feira, 24, declarou-se como uma voz crítica do Governo e não deixou nada por dizer. Da vida de recato ao furacão político, conheça a nova vida do antigo primeiro-ministro.
O governo britânico admite a possibilidade de alterar a lei para excluir André Mountbatten-Windsor da linha de sucessão à coroa do Reino Unido, após o escândalo ligado a Jeffrey Epstein.
O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, deu entrada esta quarta-feira no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, com suspeita de acidente vascular cerebral. Exames iniciais descartaram o AVC, mas o governante permanece em observação.