Entre nomes como Dior, Cartier ou Gucci, há um rosto português que tem sido o grande responsável pelo maior cosmopolitismo da Avenida da Liberdade, que se engrandece perante os gigantes da Europa. Assume que investir num país com uma "carga fiscal gigantesca, quase insuperável" não é fácil, mas que o coração pesa sempre para o lado luso, onde admite haver ainda muitas oportunidades, sendo que as mais a encantam são no segmento do luxo. "Há imensas oportunidades em Portugal, mas não há espaço em Portugal para um turismo de massas, Portugal deve ser preservado e um turismo de massa não penso que seja o melhor para o País."
Francês, que obteve cidadania portuguesa em 2021, investiu mais de 1,3 mil milhões de euros no nosso país em projetos em Lisboa, mas sobretudo na Comporta, primeiro ao lado de Paula Amorim e depois a solo. Morreu aos 78 anos, deixando o seu império milionário nas mãos do filho, Alexandre.
Uma depressão profunda obrigou o cavaleiro de Elvas a suspender uma carreira de mais de 25 anos. Os dias difíceis, em que chegou a pensar pôr fim à própria vida, já lá vão. As mortes do pai, Joaquim Bastinhas, e do avô, Rui Nabeiro, podem ter sido um dos gatilhos de todo este drama. A ajuda médica e o apoio da família, em particular da "super-mulher" – assim é apelidada pelo marido – Dália Madruga, têm sido os bálsamos essenciais para Marcos superar o terramoto que o atingiu, como confidencia em exclusivo à FLASH!
Aos 89 anos, o antigo presidente do Sporting decidiu trocar a agitação da cidade pela calma do interior do país, dedicando-se à Herdade do Esporão, empresa produtora de vinhos e azeites. O que esteve na base deste mudança? Perceba os porquês.
Rui Oliveira está de férias e tem-se ocupado das vacas que trouxe da Irlanda. Goucha, por sua vez, tem dado apoio moral ao marido. Até a História de Portugal já leu ao gado.
É neto de um dos fundadores do Ritz e trabalhou 17 anos na Ásia até o amor por Paula Amorim o trazer de volta a Portugal. Foi nessa jornada que se apaixonou pelo conceito de luxo que ao lado da mulher imprime nos espaços da cadeia JNcQUOI, onde se afirma, cada vez mais, como rosto dominante. Prestes a inaugurar um novo restaurante em Lisboa, o casal espera que 2026 seja o ano da consagração na Comporta e nos projetos de hotelaria, que atiram o grupo Amorim Luxury para o patamar seguinte nos negócios.