Um amigo detalhou ao 'Daily Mail' os últimos meses de inferno de Virginia, em que esta acreditava que estava a ser perseguida e desacreditada por aqueles que denunciou. A norte-americana, uma das principais vozes na denúncia do magnata Jeffrey Epstein e do príncipe André suicidou-se na última semana.
Advogada tinha apenas 41 anos e vivia na Austrália. Morte foi comunicada pela família através de um comunicado em que salienta o facto de Virginia não ter suportado o fardo dos abusos sexuais de que foi alvo às mãos de vários poderosos quando ainda era menor de idade.