Para limpar a imagem, a ex-duquesa de York optou por se apresentar como uma vítima inocente do imenso escândalo que lhe bateu à porta com os Ficheiros Epstein.
Poder, podemos. Mas será que faz sentido? Tal como na história do perverso Jeffrey Epstein havia nos anos de 1960 sexo pedófilo em Portugal. Havia angariação de crianças em meios desfavorecidos. Havia poderosos, políticos, empresários e sacerdotes a abusar de crianças com 9 a 12 anos. Havia exercício de poder e tráfico de influências. O autor do guião da série portuguesa da RTP, que mesmo em 1998 escandalizou alguns puritanos e incomodou intervenientes e familiares sobrevivos, arrasa também Donald Trump e fala na escala das duas realidades e garante que em Portugal não houve cenas de canibalismo
Depois do escândalo que o liga a Jeffrey Epstein, de ter perdido todo o apoio da família real britânica, o príncipe André é detido por suspeitas de má conduta em cargos públicos. É o declínio daquele que sempre foi considerado o filho preferido da rainha Isabel II, e que cai em desgraça sem que ninguém da casa real britânica lhe estenda a mão. A dor maior prende-se com o corte de relações com a filha Eugenie.
Os príncipes de Gales confessam estar muito apreensivos com as constantes revelações e garantem que os seus pensamentos estão com as vítimas do pedófilo
Filho da rainha Isabel II disse que só tinha estado com Epstein para garantir que a amizade entre os dois estava terminada, mas realidade mostra-se bem diferente. Troca de emails estabelece a verdadeira cronologia dos nove dias que o monarca passou em Nova Iorque com direito a tratamentos estéticos, motorista privado e a múltiplos encontros com Epstein, tendo sido a estrela de uma grande festa com raparigas, organizada pelo pedófilo.
"Este é o único meio que me permite exercer legitimamente o meu direito à defesa e demonstrar a absoluta falsidade dos factos relatados", explica o cantor espanhol, de 82 anos.
A violação ainda persiste como um dos crimes que habita nas cifras negras, deixando que violadores sem escrúpulos continuem à solta, à caça de novas vítimas.
Os gatos podem parecer criaturas fofas e inofensivas, mas a verdade é que, por baixo daquela pelagem macia e do ronronar encantador, esconde-se um autêntico predador. Embora tenham trocado as vastas savanas por sofás aconchegantes, os gatos mantêm muitos dos instintos dos seus parentes selvagens. Desde o hábito de se esconder até ao prazer de afiar as unhas, estes patudos continuam a ser pequenos felinos de alma selvagem.