O passado de Melania Trump está sob fogo. Amanda Ungaro, a ex-modelo brasileira recentemente deportada dos EUA, quebra o silêncio e ameaça divulgar provas explosivas sobre a ligação do casal presidencial ao escândalo de Jeffrey Epstein, com a garantia que irá por fim ao sistema de Donald Trump.
Mette-Marit enfrenta um isolamento sem precedentes: a rede de apoios da futura rainha consorte da Noruega está a desmoronar-se e o seu prestígio público nunca esteve tão em risco.
O rei Harald V não aguentou mais a pressão e convocou uma reunião familiar de emergência para decidir o futuro da nora, Mette-Marit. A sombra de Jeffrey Epstein paira sobre o palácio e a monarquia está à beira do abismo.
Para limpar a imagem, a ex-duquesa de York optou por se apresentar como uma vítima inocente do imenso escândalo que lhe bateu à porta com os Ficheiros Epstein.
Poder, podemos. Mas será que faz sentido? Tal como na história do perverso Jeffrey Epstein havia nos anos de 1960 sexo pedófilo em Portugal. Havia angariação de crianças em meios desfavorecidos. Havia poderosos, políticos, empresários e sacerdotes a abusar de crianças com 9 a 12 anos. Havia exercício de poder e tráfico de influências. O autor do guião da série portuguesa da RTP, que mesmo em 1998 escandalizou alguns puritanos e incomodou intervenientes e familiares sobrevivos, arrasa também Donald Trump e fala na escala das duas realidades e garante que em Portugal não houve cenas de canibalismo
Depois do escândalo que o liga a Jeffrey Epstein, de ter perdido todo o apoio da família real britânica, o príncipe André é detido por suspeitas de má conduta em cargos públicos. É o declínio daquele que sempre foi considerado o filho preferido da rainha Isabel II, e que cai em desgraça sem que ninguém da casa real britânica lhe estenda a mão. A dor maior prende-se com o corte de relações com a filha Eugenie.
Os príncipes de Gales confessam estar muito apreensivos com as constantes revelações e garantem que os seus pensamentos estão com as vítimas do pedófilo
Filho da rainha Isabel II disse que só tinha estado com Epstein para garantir que a amizade entre os dois estava terminada, mas realidade mostra-se bem diferente. Troca de emails estabelece a verdadeira cronologia dos nove dias que o monarca passou em Nova Iorque com direito a tratamentos estéticos, motorista privado e a múltiplos encontros com Epstein, tendo sido a estrela de uma grande festa com raparigas, organizada pelo pedófilo.
"Este é o único meio que me permite exercer legitimamente o meu direito à defesa e demonstrar a absoluta falsidade dos factos relatados", explica o cantor espanhol, de 82 anos.