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Do casamento às traições, dos escândalos à fortuna: as 17 perguntas incómodas sobre a vida mais secreta da Rainha Isabel II às quais damos resposta

Os 70 anos do seu reinado fazem com que seja a monarca há mais anos no trono de Inglaterra. Faltam-lhe apenas dois para igualar o recorde absoluto de Luís XIV, o Rei Sol. Desde que foi coroada – por obra do destino, pois não nasceu para ser rainha – já trabalhou com 14 primeiros-ministros ingleses, conheceu 13 presidentes dos Estados Unidos e já conviveu com sete papas. Mas o seu percurso como chefe de Estado há mais tempo no poder não se faz apenas de números. Ela é uma das grandes figuras da História moderna. A sua vida privada encerra muitos segredos e contradições. Aqui, desvendamos algumas verdades sobre a mulher que o mundo inteiro conhece apenas por “A Rainha”.
Ana Cristina Esteveira
Ana Cristina Esteveira
03 de junho de 2022 às 00:19
A vida da rainha Isabel II em imagens
Rainha Isabel II com a mãe
Isabel II num passeio em família
O dia do casamento de Isabel II com Phillip
Brincadeiras em casa de Isabel II
Visita às tropas durante a II Guerra Mundial
rainha Isabel II com a irmã, Margarida, e a mãe
Rainha Isabel II com os filhos Carlos e André
Passeio em família
rainha Isabel II no casamento do filho Carlos com Diana Spencer
Encontro de família: a rainha mãe, Isabel II, Diana e Carlos
Foto oficial: Rainha Isabel II, Carlos, Diana com o bebé William o colo, a rainha mãe e Phillip
Rainha Isabel II numa das suas atividades preferidas: caçar
rainha Isabel II com os netos, Harry e William
rainha Isabel II no campo
rainha Isabel II com Carlos
Amor eterno: Isabel II e Phillip
rainha Isabel II
Rainha Isabel II com a mãe, ainda bebé
Isabel II num passeio em família
O dia do casamento de Isabel II com Phillip
Brincadeiras em casa de Isabel II
Visita às tropas durante a II Guerra Mundial
rainha Isabel II com a irmã, Margarida, e a mãe
Rainha Isabel II com os filhos Carlos e André
Passeio em família
rainha Isabel II no casamento do filho Carlos com Diana Spencer
Encontro de família: a rainha mãe, Isabel II, Diana e Carlos
Foto oficial: Rainha Isabel II, Carlos, Diana com o bebé William o colo, a rainha mãe e Phillip
Rainha Isabel II numa das suas atividades preferidas: caçar
rainha Isabel II com os netos, Harry e William
rainha Isabel II no campo
rainha Isabel II com Carlos
Amor eterno: Isabel II e Phillip
rainha Isabel II

Celebra-se este fim-de-semana o Jubileu de Platina de Isabel II. Um marco histórico que está a ser festejado com muito carinho pelos súbditos britânicos e acompanhado com imenso interesse no mundo inteiro. Milhões e milhões de pessoas espalhados pelo globo não se lembram de outro monarca sentado no trono britânico que não "a rainha". Desde a sua coroação no dia 2 de junho de 1953, que aconteceu após a morte do pai, o rei George VI, que o país não assistia a uma homenagem tão grande à mulher mais respeitada do reino. A sua popularidade está elevadíssima e até mesmo os republicanos não escondem a admiração pela soberana. Reconhecem-lhe o amor à pátria, a determinação e o empenho permanente em ser o garante de união de um povo. Mas a vida de Lilibeth, como era carinhosamente tratada pelo marido, o duque de Edimburgo, não foi só um conto de fadas. 70 anos de um percurso cheio de coisas muito boas, mas também de alguns escândalos e polémicas. Reunimos vários factos marcantes do percurso de Isabel II.

1. Qual é o seu nome de batismo?

A filha mais velha dos duques de York recebeu o nome de Elizabeth Alexandra Mary Windsor. O seu ‘petit nom’ é Lilibeth e o príncipe Philip sempre a tratou desta forma mais carinhosa.

2. Foi educada para ser rainha?

Não, pois não era filha do príncipe de Gales, seu tio. Sendo filha do duque de York, ninguém acreditava que um dia se tornaria rainha. Mas quis o destino que assim acontecesse. Quase onze meses (325 dias) depois de ter subido ao trono [nunca chegou a ser coroado], Eduardo VII abdicou do trono por se ter apaixonado por Wallis Simpson, uma norte-americana, plebeia e duas vezes divorciada. Por amor, cedeu a coroa ao irmão, Alberto, pai de Isabel. Este ao subir ao trono adotou o nome de George VI e colocou a filha mais velha no segundo lugar de sucessão ao trono britânico. Nunca frequentou a escola tendo feito a sua formação académica com professoras particulares, como era tradição entre as elites da época.

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Coroação rainha Isabel II de Inglaterra

3. Qual o seu papel durante a Segunda Guerra Mundial?

Nestas últimas semanas falou-se bastante disso.  A princesa tinha 13 anos quando eclodiu o conflito bélico na Europa. Os pais mudaram-se para o Castelo de Windsor mas recusaram sair do país para se protegerem dos fortes bombardeamentos feitos pelos aviões alemães. Em 1940, quando tinha 14 anos, Isabel fez o primeiro discurso radiofónico que foi transmitido pela BBC, Dirigiu-se em particular às crianças do Reino Unido e da Commonwealth. "Nós tentamos fazer tudo o que podemos para ajudar nossos bravos marinheiros, soldados e aviadores e também tentamos suportar nossa parte do perigo e da tristeza da guerra. Sabemos, cada um de nós, que tudo terminará bem".

4. Quando é que conheceu o futuro marido?

Isabel, na altura ainda princesa, conheceu o príncipe Philip em 1934, no casamento da princesa Marina da Grécia e Dinamarca com o príncipe George, duque de Kent. Nessa altura, era ela apenas uma menina de oito anos de idade e ele um jovem adolescente de 13 anos. O noivado foi anunciado a 9 de julho de 1947, portanto, 13 anos depois do primeiro encontro.

Príncipe Philip, duque de Edimburgo: uma vida ao lado da rainha Isabel II em imagens
O príncipe Philip da Grécia nasceu a 10 de junho de 1921
Príncipe Philip da Grécia numa peça de teatro da escola na Escócia em 1935
Noivado do príncipe Philip e Isabel II, em 1947
O casal logo após o casamento em 1947
Príncipe Philip e Isabel II
 Príncipe Philip numa digressão no mediterrâneo em 1951
Coroação de Isabel II em junho de 1953
Príncipe Philip e Isabel II
 Philip e Isabel II posam com o presidente John F. Kennedy e Jack Kennedy em 1961
O ditador paraguaio Alfredo Stroessner recebe uma medalha do príncipe Philip durante uma visita ao Paraguai em 1963
Príncipe Philip e a Isabel II celebram as bodas de prata na Escócia em 1972
Príncipe Philip e Isabel II
Príncipe Philip e Isabel II posam com o presidente Ramalho Eanes e a mulher, Manuela Eanes em 1985
Príncipe Philip
Príncipe Philip e Isabel II
Príncipe Philip
Príncipe Philip e a rainha Isabel II
Príncipe Philip e Isabel II
Príncipe Philip
Príncipe Philip e Isabel II
Príncipe Philip e Isabel II
Príncipe Philip e Isabel II
Príncipe Philip e Isabel II
Príncipe Philip e Isabel II
Príncipe Philip
Príncipe Philip e Isabel II
Príncipe Philip
Príncipe Philip e a rainha Isabel II
Príncipe Philip e Isabel II


5. Foi um casamento de amor?

Apesar de se terem apaixonado e de Philip se ter tornado no homem da vida de Isabel II, este não foi um casamento que começou com uma paixão. Diz-se que esta união dinástica foi combinada entre as casas reais da Grécia e de Inglaterra. Seria um dos últimos casamentos reais combinados. Depois deste, só o do príncipe Carlos e de Diana também foi fruto de uma escolha pela noiva perfeita.  Mas voltemos ao casamento da atual rainha. Tratou-se de uma espécie de acerto para juntar duas linhagens descendentes da rainha Vitória. Ainda e apesar das origens de Philip, a mãe da noiva não se terá mostrado muito agradada com o futuro marido da filha. Terá sido essa oposição materna que marca um ponto de viragem na relação da atual rainha com a mãe.  Philip Mountbatten é visto pela Rainha-mãe como um jovem "perigosamente progressista". Apesar dos seus títulos nobiliárquicos e de ser um herói de guerra, não considera que ele seja o marido ideal para a sua filha primogénita, que um dia subiria ao trono e se tornaria rainha de Inglaterra.

6. Foi um casamento idílico?

Não! Os conflitos começaram no nascimento do primogénito do casal, um ano depois do casamento, quando o duque de Edimburgo insistiu que o príncipe Carlos tivesse o seu apelido, sem sucesso. "Sou o único homem no país que não pode dar o nome aos filhos", comentou o marido da rainha de acordo as biografias não autorizadas.

7. Philip foi um marido dedicado?

Há histórias das festas intensas e dos casos extraconjugais, notícias que a rainha nunca comentou. A lista das supostas amantes de Philip de Edimburgo é extensa e inclui a prima, a princesa Alexandra, as atrizes Merle Oberon, Pat Kirkwood, Zsa Zsa Gabor, Patricia Hodge, a apresentadora de TV Katie Boyle, a mãe da nora Sarah Ferguson, Susie Barrantes, entre outras. E as polémicas não ficam entre as mulheres. A imprensa britânica chega a falar num romance homossexual com o ex-presidente francês Valéry Giscard d’Estaing, além de ter o nome envolvido num escândalo sobre orgias dos aristocratas, organizadas pelo artista Stephen Ward (que tirou a própria vida ao ser considerado culpado pelo caso Profumo).

8. Quem é Lady Penny Brabourne?

A imprensa britânica garante que foi o grande amor do duque de Edimburgo. Trinta anos mais jovem do que Philip, os dois terão mantido uma forte ligação. Oficialmente, eram grandes amigos.

Penny Romsey, a amiga especial do príncipe Philip
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Knatchbull, antes conhecida como Lady Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
Penny Knatchbull, antes conhecida como Lady Romsey
Penny Romsey
Penny Romsey
9. Que idade tinha quando subiu ao trono?

Apenas 25 anos e estava longe de imaginar que iria herdar tão grande responsabilidade no auge da sua juventude. Mas a morte prematura do rei George VI, a quem foi diagnosticado um cancro de pulmão, que sucumbiu a uma trombose coronária quando tinha apenas 56 anos, acabou por precipitar os acontecimentos. Isabel estava no Quénia numa viagem oficial. É-lhe pedido que regresse de imediato a Inglaterra e essa viagem de regresso a casa foi das mais dolorosas que já alguma vez fez. Perdeu o pai e aos 25 anos herdava um trono. Logo um dos mais importantes da monarquia mundial.

 10. Como e onde decorreu a cerimónia da coroação?

O grande dia foi a 2 de junho de 1953 na Abadia de Westminster. Só foi coroada um ano e pouco após a morte do pai numa cerimónia que demorou quase três horas. Foi-lhe colocada a joia mais imponente do tesouro real: a coroa de São Eduardo, feita em 1661 em ouro maciço com diamantes, rubis, ametistas, safiras, granadas, topázios e turmalinas. Esta foi a primeira coroação a ser transmitida em direto.  Foram 277 milhões de pessoas no mundo inteiro a acompanhar os a cerimónia solene. Diz-se que nunca se venderam tantos televisores como nos dias que antecederam a coroação de Isabel II. Parece que Winston Churchill, primeiro-ministro da época, se opôs à transmissão televisiva, mas que a rainha insistiu na transmissão daquele momento histórico.

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A família real juntou-se à Rainha Isabel II na varanda do palácio de Buckingham para assistir às celebrações do jubileu. A cerimónia dos 70 anos do reinado da Rainha britânica vai durar quatro dias.


11. É uma mulher fria?

Não se pode dizer que é uma mulher insensível. O que se sabe é que foi educada a ser reservada e a não demonstrar emoções em público. Isto acabou por ser o seu maior calcanhar de Aquiles, pois quando morreu a princesa Diana, a rainha de Inglaterra optou por seguir o protocolo e não alterou nada do que estava instituído. Nem mesmo quando tinha um país inteiro a chorar pela morte da nora. Manteve-se em Balmoral, onde estava quando se soube do trágico acidente, e só regressou a Londres dias mais tarde. Quando apareceu em público, vestida de preto, Isabel II não deu qualquer sinal de comoção. Foi criticada por todos e a sua popularidade desceu a pique. Nunca esteve a um nível tão baixo como nessa altura. Foi a maior crise do seu reinado.

12. Festeja duas vezes o seu aniversário porquê?

Nasceu no dia 21 de abril de 1926, mas a rainha celebra o seu aniversário de forma oficial em junho. Esta é uma tradição que já vem de longe na monarquia inglesa. Este insólito costume de ter um aniversário privado (o verdadeiro) e outro público remonta ao Rei George II, nascido em outubro, mas, querendo aproveitar o clima ameno para as comemorações, decidiu que junho seria mais adequado. Esta é, portanto, a razão pela qual também Isabel II festeja seu aniversário no primeiro ou segundo sábado de junho, apesar de ter nascido em abril.

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A Rainha não cumpriu com a tradição de desfilar pelas ruas de Londres, mas esteve presente na varanda do palácio a ver a parada militar, uma das primeiras celebrações do reinado da Rainha de Inglaterra. com 96 anos Isabel II é a rainha britânica com o reinado mais longo.


13. Quais foram os escândalos que marcaram o seu reinado?

É evidente que ao longo de 70 anos de reinado, a rainha Isabel II teve que enfrentar várias polémicas e variadíssimas dores. Um dos maiores escândalos, pelo menos o mais mediático, foi o casamento do príncipe Carlos, herdeiro do trono, e da princesa Diana. Um casal que esteve sempre no centro de todas as atenções, mas ainda mais quando se começou a perceber que Lady Di era uma mulher infeliz e traída. Em 1992 o escândalo rebenta e o mundo fica a saber dos adultérios mútuos e da amante permanente de Carlos: Camilla Parker Bowles. A própria rainha apelidou este ano como o seu ‘Annus Horribilis’. Já em 1995, Diana dá uma entrevista à BBC em que fala de todas as desilusões que viveu no seu casamento, da depressão e até da bulimia. Assumiu também o amor por um outro homem. Como consequência, Isabel II engoliu a dor e o orgulho e aconselhou o filho a divorciar-se.  Mas se Diana lhe deu dores de cabeça, também Sarah Ferguson, mulher do príncipe André, não lhe ficou atrás.  Também em 1992, a duquesa de York foi fotografada duas vezes em situações muito comprometedoras. A primeira foi com o playboy americano Steve Wyatt durante umas férias em Marrocos. Já a segunda vez, foi com o empresário americano John Bryan, no sul da França. André e Fergie separaram-se e em 1996 assinavam o divórcio. Anos mais tarde é Harry que lhe dá mais um dissabor. O seu neto preferido foi "apanhado" com uma braçadeira com a cruz suástica/ nazi numa festa. A fotografia foi publicada como capa do tabloide ‘The Sun’. Pouco depois, o filho mais novo de Carlos e Diana volta a ser a notícia por causa de novas fotografias. Estas, em que se vê o príncipe todo nu, foram captadas numa outra festa, desta vez em Las Vegas. Mais recentemente Harry voltou a perturbar a paz do reino com um surpreendente ‘Megxit’. O príncipe e a mulher, Meghan Markle, tomaram a decisão de se afastarem da família real e mudarem-se para a Califórnia, nos Estados Unidos.  Mas o pior de tudo foi mesmo a entrevista que concederam a Oprah Winfrey. Apelidaram a família real de a ‘Firma’ e fizeram acusações de racismo, entre tantas outras revelações, mais ou menos, chocantes. Entretanto, e ainda a lidar com o ‘Megxit’, o mundo fica a saber do escândalo que mancha o nome de André, aquele que dizem ser o seu filho favorito. As ligações do príncipe ao caso Jeffrey Epstein, preso em 2019 por tráfico de menores. Em agosto de 2021, Virginia Roberts Giuffre apresentou uma queixa de agressão sexual contra o filho da rainha, alegando que Jeffrey Epstein a forçou a dormir com André quando ela tinha apenas 17 anos. Após essas acusações, o príncipe foi obrigado a retirar-se da vida pública e ficou sem os seus títulos militares e reais.

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A plataforma de streaming tem sido alvo de fortes críticas por causa da nova temporada de 'The Crown'. Esta semana decidiu responder no Twitter: 'O documentário 'Diana: Nas Suas Próprias Palavras' responde a muitas das vossas questões'.


14. Quem vai suceder à rainha após a sua morte?

A ordem de sucessão é clara, mas vai sofrendo alterações a cada novo nascimento no seio da família real. Se Isabel II morresse agora, o seu sucessor seria o seu filho Carlos, o príncipe de Gales, seguido pelo príncipe William, em segundo lugar. O mais velho de seus filhos com Kate Middleton, ou seja, o pequeno George, ocupa o terceiro lugar na linha de sucessão. É seguido pela irmã, a princesa Charlotte, e depois pelo irmão mais novo, o príncipe Louis, que está no quinto lugar. Só depois surge Harry (que já foi terceiro) e os seus dois filhos, Archie, e Lilibet, em sétimo e oitavo lugar, respetivamente.

15. É o membro mais rico da realeza europeia?

Não! Isabel II ocupa apenas quarto lugar. Em primeiro lugar está o princípe Hans Adam II, do Liechtenstein; em segundo, Henri, o grão-duque do Luxemburgo, e em terceiro lugar, Alberto do Mónaco. Não se sabe quantificar ao certo a fortuna da rainha da Inglaterra, mas segundo o ‘Sunday Times’, Isabel II tem cerca de 365 milhões de libras, ou 444 milhões euros em propriedades, joias e outros bens, como obras de arte. No entanto, este número inclui bens que não pertencem à própria rainha, mas à Coroa britânica. Já a sua fortuna privada inclui uma coleção de selos avaliada em 120 milhões de euros – iniciada pelo seu avô, o rei Jorge V, as suas joias, uma coleção de vinhos e uma coleção de obras de arte. Quanto à sua conta bancária, estará lá depositado o dinheiro que herdou do marido, o príncipe Philip, ou seja, cerca de 12 milhões de euros, bem como o que seu pai, o rei George VI, lhe deixou: ações em algumas grandes empresas. Isabel II também é proprietária do Castelo de Balmoral e do Sandringham Estate, avaliados em 133 milhões de euros e 62 milhões de euros, respetivamente, além de vários terrenos valiosos.


16. O que significa o ‘R’ da sua assinatura?

A rainha assina como Isabel R, mas sendo o seu nome Isabel Alexandra Mary Windsor-Mountbatten, repara-se que nenhum dos seus nomes começa por R. Esta letra corresponde a "Regina", a palavra latina que significa "rainha". Esta é uma tradição real. Pelo que quando Carlos ou William subirem ao trono, assinarão Carlos R. e William R.. Nestes dois casos, o R corresponde a "rex", a forma masculina da palavra latina.

17. Quais as regras de etiqueta num encontro com a rainha?

Se estiver frente a frente com Isabel II, deve tratá-la por ‘Your Majesty’ e, depois ‘Ma’am’. Não se pode assumir o início da conversa, pois cabe à rainha fazê-lo. Mas segundo o site da monarquia britânica, "não há códigos de comportamento obrigatórios num encontro com a rainha". Ainda assim, esclarece que os súbditos preferem "praticar as formas tradicionais". Para as mulheres, isso inclui uma pequena reverência, enquanto para os homens, apenas um gesto com a cabeça é o suficiente.

 

 

 

 

 

 

 

 

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