A viver em Nova Iorque há mais de um ano, José Castelo Branco conseguiu, em abril de 2025, que o Tribunal de Família lhe desse razão e o autorizasse a voltar a viver no apartamento que partilhava com Betty Grafstein. Quando regressou ao luxuoso piso em Manhattan, no coração de Nova Iorque, encontrou a casa vazia e despojada de quaisquer bens, o que o levou, durante os meses seguintes, a erguer uma verdadeira empreitada para tornar o apartamento novamente habitável, tendo conseguido voltar a garantir a sua estabilidade.
No entanto, no meio desta batalha com o filho de Betty, Roger Basile, houve um 'pormenor' que nunca ficou completamente clarificado. Durante os meses em que o socialite permaneceu em Portugal, impedido de regressar aos Estados Unidos, ninguém liquidou as prestações do imóvel ao condomínio. Se Roger entendia que não o tinha de fazer porque não habitava no apartamento, também Castelo Branco considerava que esse valor não era da sua responsabilidade por se encontrar impedido, nessa altura, de aceder à casa.
Iniciou-se, então, uma disputa em tribunal com o condomínio, que agora quer despejar o português por falta de pagamento. "Houve uma série de rendas por pagar, que o José Castelo Branco entendia que tinha de ser o Roger a pagar e nunca foram liquidadas. Mais tarde, o José Castelo Branco tentou liquidar esse valor através de um cheque de 37 mil dólares, a partir de um balcão do Santander de Portugal e o condomínio recusou o pagamento, por estar a ser feito fora de prazo. Foram a tribunal e o juiz deu agora razão ao condomínio, alegando que aquele cheque já chegaria fora de prazo", revela à FLASH! o advogado de Betty Grafstein, Alexandre Guerreiro, garantindo que, com esta decisão, há um caminho para que o condomínio mova uma ação de despejo ao 'conde' por falta de pagamento, e que num cenário limite Castelo Branco pode mesmo perder o direito a habitar a casa de família. Caso o cenário mais dramático se torne realidade, Castelo Branco volta a ficar numa situação mais vulnerável, uma vez que, com o contrato em vigor – e já bastante antigo, celebrado por Betty – consegue usufruir de uma renda bastante baixa, numa cidade conhecida por ter valores proibitivos ao nível da habitação.
No final de janeiro, aquando da última audiência em tribunal, o 'conde' mostrava-se confiante num desfecho positivo, embora admitisse que havia jogos de bastidores dentro do condomínio para que "não fosse considerado residente do prédio".
A FLASH! entrou em contacto com a equipa de defesa de José Castelo Branco, que garantiu não ter recebido qualquer notificação sobre qualquer desfecho relativo a este processo.
PROCESSO DE VIOLÊNCIA ARRANCA EM BREVE
O ano de 2026 começou com novidades no processo de violência doméstica movido por Betty Grafstein contra José Castelo Branco. O socialite português já apresentou a lista de testemunhas que deverão ser ouvidas no caso – são mais de 20 e entre elas estará o filho, Guilherme – e ultima agora os preparativos para a sua defesa para o julgamento, que deverá arrancar muito em breve.
Nos últimos meses, Castelo Branco falou sobre o assunto à CMTV e dirigiu-se à ainda mulher para lhe pedir desculpa. “Peço perdão à Betty se alguma vez lhe fiz mal. Nós sempre vivemos de excessos, éramos almas gémeas, mas a idade dela pode tê-la fragilizado. Nunca achei que que havia algo contra a sua vontade, mas se houve, só espero que me perdoe”, afirmou, acrescentando que quando o processo terminar e a sentença for lida, gostava de se encontrar com a socialite. “Quando acabar o processo, vou visitar a Betty. Ainda não o fiz para que ela não se sinta pressionada, mas fá-lo-ei quando houver uma sentença. Nessa altura, vou lá para que saiba que nunca a deixei sozinha, que tive de ficar longe para a proteger.”